Flipinha começa a todo vapor

Começou ontem a 8ª edição da Flipinha, parte do evento dedicada ao público infantil.

A abertura contou com várias atrações, entre elas Mariana Massarani e Graça Lima, autoras e ilustradoras. Elas falaram um pouco de suas histórias e seus livros. Conversamos também com a professora Heloísa Bertino, que participou de uma peça de teatro baseada no livro Até as princesas soltam pum, dos autores Ilan Brenmam e Lonil Silderman.

A Flipinha conta também com as tendas da biblioteca e da exposição.

Biblioteca da Flipinha:

A biblioteca é um espaço dedicado aos livros infantis e conta com a presença de mediadoras que auxiliam a leitura das crianças.Um dos livros mais lidos e procurados pelas crianças é o “Quem tem medo de Monstro?” de Ruth Rocha. Na biblioteca também haverá encontros de autores para divertir as crianças e incentivar o gosto pela leitura.

Espaço para exposições:

Este espaço foi criado para expor as obras produzidas pelas escolas urbanas, rurais e costeiras abordando diversos assuntos e utilizando todos os tipos de materiais, preferencialmente os reciclados. Como exemplos, temos o colégio CEMBRA, que produziu sua obra, com o tema “A viagem do papel” todo trabalhado em papel reciclado; o colégio ETHOS, alunos usaram grãos para fazer a bandeira do Brasil; o colégio Torres Pádua usou caricaturas para ilustrar alguns palestrantes e o homenageado da Flip e ainda,o colégio Almirante Álvaro Alberto, que usou fotografia como arte.

Um pouco sobre os melhores momentos da entrevista com Professora Heloísa Bertino e logo abaixo com a autora e Mariana Massarani:

“Foi maravilhoso trabalhar e ensaiar essa peça com as crianças. Trabalhar com crianças é sempre bom! (…) Tivemos um mês e meio de ensaio e a escolha do livro e da peça foi pelo fato das crianças terem conhecido e gostado do autor e um trabalho feito na escola, baseado no livro cicatriz, em que eles fotografaram cicatrizes de pessoas do bairro e fizeram um mural. (…) a história era sobre princesas que soltavam pum, e, no meio disso, resolveram acrescentar a nossa “princesa Miota” que soltava pum pela cidade só que, como o bumbo ia atrás, ninguém ouvia.” Nos contou Heloísa.

“Bom, conversar com as crianças, essa ciranda de autores, foi maravilhoso. A Flip hoje é com certeza a maior festa da literatura no Brasil. Eu só acho que deveria ter um espaço mais amplo para as crianças menores, onde poderíamos conversar mais.(…) Não há muita dificuldade em criar os livros, só quando o livro é de outra pessoa pra ilustrar.” diz Mariana.

Anúncios
Esse post foi publicado em Sem categoria. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s