Dizem por aí…

“Vim para Paraty encontrar paz. E não encontrei. Mas gostei de Paraty e voltei novamente.”
Migaela Bertano, 56 anos. Artista Plástica, já morou em Paris e São Paulo, agora vive em Paraty .

“Paraty está preparada para receber a Flip, mas sempre com um jeitinho brasileiro.”
Maria Inês Gibrail Costa Campos, 64 anos. Comerciante, nascida e criada em Paraty.

“A Flip oferece vários trabalhos para o povo paratiense, mas a cidade ainda sofre muito com a falta de saneamento básico.”
Valdinei Honorato, 45 anos. Preparador de alimentos, nasceu em São Paulo e mora em Paraty .

“Paraty é uma cidade privilegiada por ter um evento de grande importância, mas o paratience ainda aproveita pouco. A cidade não está preparada em termos linguísticos para receber muitos estrangeiros e é necessário e imperativo ter esses idiomas. As escolas de Paraty têm o ensino muito fraco.”
Maria Isabel de Resende Goutier, 54 anos. Professora de Paraty

“A Flip é umas das melhores festas que existem, traz turistas e clientes para todo o mundo. A cidade precisa da festa, mas ainda não tem estrutura suficiente para receber os turistas.”
Silas Coelho, 60 anos. Capixaba, mora há 40 anos em Paraty e há 20 vende doces na cidade.

“Acho que 70 % está preparada para o turismo, que são hotéis e restaurantes. Os 30% restantes são o Saneamento Básico, como esgoto. A rodoviária e seus banheiros não estão adequados.”
Pedro de Oliveira Campos, 53 anos. Eletricista Autônomo, paratiense.

TEXTO: Evelyn Contarine

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