Livros que nascem em lugares estranhos

Marcamos presença na mesa Exílio e flânerie, na Tenda dos Autores. A mesa, mediada pelo escritor João Paulo Cuenca, contou com o norte-americano de origem nigeriana Teju Cole e a escritora Paloma Vidal, que vive no Brasil mas nasceu na Argentina.

Eles falaram sobre a maneira como suas vivências em cidades e países estranhos influenciam na sua escrita, e como essa experiência toma a forma de um romance.

Teju Cole disse que os brasileiros são sortudos porque não convivem com percevejos (bad bugs), insetos que infernizam os habitantes de Nova York. O que ele mais curte num livro é a marca do autor. “Quando leio um livro quero evidências da mente, da presença”, disse.

Paloma Vidal fez um doutorado em Los Angeles e não se adaptou bem à cidade. Mas ela disse que escrever sobre Los Angeles modificou sua relação com a cidade e hoje ela se sente pertencente a ela. “A gente escreve para gostar do mundo e gostar da gente”.

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