Em Paraty com Fernando Gabeira

Durante a Flip é inevitavel esbarrar com artistas, escritores e convidados da festa. Há pouco, encontramos Fernando Gabeira, na porta da Pousada Literária. Ele falou com a repórter Gabriela Marsico, de 16 anos. Descubrimos curiosidades a respeito desse simpático jornalista e político, autor do livro O que é isso, Companheiro? – premiado com o prêmio Jabuti.

Poucas pessoas sabem, mas Gabeira já passou diversas vezes por Paraty. Ele até morou por essas bandas, no Solar dos Gerânios. A sua primeira vinda foi quando voltou do exílio no exterior, na década de 1980.

Como um grande apreciador da cidade, acredita que Paraty cresceu muito com a evolução da Flip. “É a cultura dinamizando o turismo”. Para ele, o evento inaugurou um novo tipo de economia: a criativa. Elemento que impulsionou tanto a produção artística, quanto o turismo, principal fonte de renda paratiense. Isso tudo faz da festa literária um exemplo no Brasil. Mas Gabeira também lembrou do problema de saneamento básico na cidade, questionando para onde vai todo o dinheiro que Paraty ganha com o petróleo.

Na quinta, ele participou da mesa “Autoritarismo, passado e presente” e lembrou que fez uma homenagem ao escritor Christopher Hitchens – que já esteve na Flip e morreu ano passado. A estrutura de perguntas da mesa o surpreendeu porque ele havia se preparado para uma intervenção geral.

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