Romances de Jonathan Franzen

Jonathan Franzen criticou o mundo, o universo, o ar… Em mesa na noite de ontem, foi tímido e descontraído. Leu trechos de seu fenômeno ganhador do National Book Award, As Correções, contou experiências pessoais e com a mídia.

Quando perguntado sobre seu amigo David Foster Wallace, preferiu não comentar de início sobre o escritor, mas acabou se emocionando ao falar sobre a relação de comparação e contraste entre eles.

Admirador de romancistas russos, ornitólogo e filho caçula, criticou a cobertura da mídia aos ataques ao World Trade Center. Segundo ele, “o 11 de setembro foi um ataque midiático em cima de um ataque terrorista”.

Ele também fez críticas a romancistas homens que escrevem do ponto de vista feminino, à cultura literária americana que classifica os autores como “estrelas, super estrelas e ninguéns”, e até à revista Time, que em 2010 deu capa para ele.

Franzen usou metáforas e analogias quando perguntado sobre política e o próprio ato de escrever. Respondendo sobre a literatura brasileira, disse conhecer Chico Buarque, Milton Hatoum e Bernardo Carvalho.

O autor americano se despediu confessando que Paraty é um ótimo lugar para se observar pássaros e que a cidade poderia fazer disso uma forma de turismo.

 Texto: Marina Luiza de Valécio e Karina Bastos, de 16 anos 

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