Carpinejar e Jackie Kay animam a Tenda dos Autores

Hoje pela manhã, a Tenda dos Autores recebeu a visita da poeta escocesa Jackie Kay e do jornalista e também poeta Fabricio Carpinejar. O trabalho deles é muito próximo à biografia de suas vidas, contando através de seus poemas acontecimentos vividos.

Jackie Kay começou recitando alguns de seus poemas como ”Orgulho”, que conta a história de uma tribo africana chamada Ibo. Depois que o escreveu, ela descobriu que seu pai biológico, sua grande procura, fazia parte dessa tribo. ”Enterrando meu pai africano” foi o segundo trabalho a ser falado, no qual ela contou sua experiência com o pai. Um de seus outros poemas é ”Querida”, que foi uma homenagem a uma amiga querida que faleceu. Kay possui apenas um livro traduzido para o português, O Trompete, lançado em 1998 e que só chegou ao Brasil em 2002. Ela busca também aprender a ouvir as diferentes expressões de cada lugar, e captar suas vozes.

Fabricio Carpinejar fez uma apresentação muito descontraída. Falou de suas experiências na escola e do orgulho que sente em ser feio. ”Já que não gostavam da minha aparência, eu tinha que mostrar um contraponto”, disse ele. Através disso, adquiriu a auto-crítica, que é um tipo de “humildade forçada”, acrescentou. O poeta falou também de sua convivência com as mulheres, de como ele aprendeu a ouvir o modo como elas falam, e como ele as considera muito mais evoluídas que os homens.

Texto: Rafaela Marsico, 13 anos

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