Muito além da literatura: as galerias de arte de Paraty

Em Paraty, a arte está presente durante o ano todo e não só na semana da Flip. Uma prova disso são os muitos ateliês e galerias espalhados pela cidade.

Andando pelo Centro Histórico pode-se encontrar ateliês de cerâmica, pintura a óleo e fotografia, entre outros. O ateliê Jóias de Patrick, que fica na rua Marechal Deodoro, realiza workshops de fotografia e ensina a fazer câmeras estenopéicas, também chamada de pinhole. Você conhece?

Estenopéica (pinhole) é um tipo de câmera sem lente, feita de papel, com a qual você não tem visão do que está fotografando. As imagens ficam com aspecto envelhecido.

O francês Patrick em seu ateliê

Patrick, o francês, contou também que possui o ateliê há 5 anos e que durante a Flip o movimento aumenta. Já o ateliê Aecio Sarti, localizado na Praça da Bandeira, existe há 8 anos. Funciona durante o ano todo, e não só na Flip, com obras de pintura a óleo feitas pelo artista que dá nome ao local. “O Aecio nasceu em Aracaju, mas foi em Embu das Artes, em São Paulo, que se apaixonou por arte”, disse um de seus funcionários.

Coincidentemente ou não, a Central FlipZona – a nossa redação – funciona em um desses espaços: o ateliê Lucio Cruz. O local foi a casa da Célia Cruz, irmã do Zé Kleber, figura histórica de Paraty.

Texto e fotos: Luana Arnaldo, de 18 anos, e Marianne Aggio, de 17

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