Os artistas continuam à solta

Enquanto a Flip rola, os artistas de rua continuam espalhados por aí. Fernando Rocha, o “Macambira”, e Bezerra, “Queridinha”, são de Esperança, na Paraíba. Eles contaram que visitam a Flip há 5 anos para divulgar a literatura de cordel. Escolheram a Flip porque é o melhor evento para se divulgar seus trabalhos.

Já Andryshua veio de São Paulo pela primeira vez para conhecer a cidade. Acabou sabendo do festa e aproveitou a movimentação das ruas para mostrar um pouco seu trabalho com a flauta transversal.

Laura Brandão, uma mineira estudante de Angra dos Reis, veio a passeio com um grupo da faculdade. Ela toca violino há seis anos e aproveitou os belos ares da cidade para tocar e esbanjar simpatia aos visitantes e moradores.

Mattos Ventania, também de Minas, veio para divulgar sua música “Mais uma rádio”. É a sua 3ª visita a Paraty. Ele toca um instrumento chamado Craviola. Você sabe o que é craviola? É um instrumento de doze cordas, ele faz som de viola, violão e dança do ventre.

Texto: Luana Arnaldo, 18 e Júlia Lacerda de 17

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