Público aprova nova organização dos telões da Flip

Os antigos frequentadores da Flip devem ter notado a nova disposição das tendas e principalmente a maior mudança de estrutura de 2014 em relação às outras edições. Neste ano os telões estão abertos ao público proporcionando um maior alcance das mesas principais na tenda dos autores.

 

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A estrutura do evento incluiu dois telões abertos, um na quadra da Matriz e o outro logo atrás da tenda principal. Nem o sol intimidou aqueles que estavam interessados pela palestras.

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A gratuidade dessa oportunidade proporcionou o amplo acesso às informações por quem antes não assistia por falta de ingresso. “Achei ótimo ser aberto, pois assim democratizou o acesso, é bom para quem vem visitar assim como para quem mora aqui. Espero que nos próximos anos também seja assim”, disse Cristina, do Rio de Janeiro.

Fernanda, que veio de São Paulo, também aprovou. “É bem melhor que seja assim, pois traz mais oportunidades, já que a Flip costumava ser mais elitizado e agora ficou mais popular’’

Lorraine, 17
Catarina, 18

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Última chance!

Na reta final da FLIP ainda dá tempo de aproveitar as programações do que ocorre fora das tendas! 

No espaço da editora Rocco, às 19h ocorrerá “Literatura em Trânsito” uma mesa que contará com a presença de Florencia Garramuño e Luciana di Leone com a mediação de Diana Klinger. Domingo ao meio dia, encerrando as programações: “Eu vou te matar” contando com Bernardo Kucinski – o jornalista, escritor e ex-professor da USP que participou da mesa “Memórias do Cárcere”, além de Antônio Xerxenesky e do  mediador Miguel Conde.
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No SESC de Paraty, às 19h ocorrerá o lançamento dos livros vencedores do prêmio SESC de Literatura com Alexandre Marques Rodrigues e Débora Ferraz. Às 20:30 Macbeth será exibido na “Mostra Welles encontra Shakespeare” e acontecerá um debate após a exibição, no mesmo horário, nas ruas do centro histórico, será promovido o Lume Teatro, que há 25 anos trabalha com uma visão muito particular de se fazer teatro. A programação continua no domigo, tendo início as 10h com Café Literário “Transliteraturas”, seguido pela exibição de Othello às 12h e a de “Falstaff – O Toque da meia-noite” às 15:30. O workshop com o ator inglês Tim Crouch fecha a programação às 18h.
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A Casa do Autor e Roteirista organizou um espaço com debates, oficinas, saraus e jams sessions e oferece a opção de assistir as palestras também em uma telão ao lado  do espaço! No domingo a primeira mesa ocorrerá às 14h e discutirá a produção de ambientes criativos por empresas e a forma que o poder público tem incentivado esse tipo de ação. Por fim, às 16h ocorrerá a última discussão, denominada “Conteúdo na Era Digital”, que será voltada para a criação de escolas de multimídia direcionadas para questões globais.
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Maria Eugênia, 18
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Festa dos Movimentos Sociais de Paraty

Paraty tem uma agenda cultural extensa ao longo do ano e na Flip a cidade lota. Mas a população local também se organiza em torno de temas sociais importantes. O feminismo e a proteção de terras dos povos tradicionais são lutas que inspiraram a criação de dois movimentos aqui de Paraty.

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Um deles é o movimento “Corpo livre”, que tenta mostrar a importância das mulheres, ampliar seus direitos e lutar pela igualdade de gênero. O movimento aproveitou a Flip para divulgar a causa para mais gente. O Movimento Corpo Livre surgiu a partir da preocupação de um grupo de pessoas diante dos crescentes casos de violência sexual e de gênero no município, além de outras sistemáticas violações aos direitos básicos da mulher, praticadas em todas as esferas da sociedade.

Desde o “fiu-fiu” na rua até o estupro e a violência no parto, entre muitas outras formas de agressão física ou psicológica, a mulher tem a autonomia de seu próprio corpo ameaçada pelo machismo e pelo preconceito- perpetuados por amplos setores da nossa sociedade. “A luta do MCL pela autonomia do corpo da mulher e de outras minorias sexuais abarca outras propostas como a luta antimanicomial e antiproibicionista, além da defesa dos direitos de homossexuais, bissexuais e transexuais e todos os arranjos familiares”, cita o release do movimento.

Em entrevista à Central FlipZona, a criadora do movimento em Paraty, Evelyn Ruman, diz esperar uma mudança na realidade. “Espero que quando tiver 70 anos, o índice de mulheres violentadas, tanto física quanto verbalmente, tenha diminuído”, conta ela. Artista plástica e moradora de Paraty, ela cedeu a sua galeria para reuniões do grupo.
Evelyn menciona que a sociedade precisa cobrar mais resultados dos órgãos responsáveis e reorganização dos recursos como, prevenção, educação. “Uma educação laica, essa é a minha reivindicação.”

A primeira ação a ser feita na cidade pelo movimento foi a colagem de cartazes com palavras contra o preconceito. As mensagens foram espalhados por Paraty com o objetivo de despertar a inquietude da população. “Não me contento com migalhas”, finaliza Evelyn Ruman.

Outro movimento feminista presente em Paraty na Flip é o “Casa de Lua”. O grupo veio de São Paulo justamente nessa época para obter uma maior repercussão e também mostrar que não existe diferença entre homens e mulheres na literatura. “O importante é fazer uma seleção justa e equilibrada de escritores para a mesa” diz Martha Lopes, uma das participantes da ONG, durante debate sobre o tema na Praça da Matriz. Dos 44 escritores da programação oficial da Flip, apenas sete são mulheres.

Mesmo sabendo de todos os requisitos, Martha defende a igualdade. “As mulheres escrevem tanto quanto os homens, mas recebem muito menos divulgação, prêmios e são menos presentes em feiras e eventos literários em geral”.O “Casa de Lua” tem como objetivo agir e contagiar, ou pelo menos informar o maior número de pessoas possíveis com cursos, debates e palestras. Um dos pontos citados foi o fato de o feminismo ser colocado por muitos como o contrário de machismo, mas que poderia ser “igualitarismo”.

Outro movimento forte em Paraty é o “Fórum de Comunidades Tradicionais”, criado em Julho de 2007 no sul do Estado do Rio (hoje abrange Angra, Paraty e Ubatuba). O objetivo deles é promover o desenvolvimento sustentável dos povos e comunidades tradicionais, com ênfase no reconhecimento, fortalecimento e garantia cultural, com respeito e a valorização da sua identidade, suas formas de organização e suas instituições. Durante a Flip, o fórum promoveu uma panfletagem em frente à Tenda dos Autores.

Arthur Verdelone, de 17 anos
Janine Faria, de 19 anos
Nyara da Silva, de 17anos

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Millôr e seus estilos

???????????????????????????????Em palestra na Casa da Cultura, Chico Caruso e Reinaldo, ambos muito amigos de Millôr, falaram um pouco sobre o relacionamento que tiveram com nosso homenageado. A mediação foi feita por Guilherme Freitas.

Chico Caruso é cartunista do Jornal O Globo desde 1984. Reinaldo é humorista e cartunista, muito conhecido por sua participação no Casseta & Planeta.

Alegaram ser impossível definir o estilo do Millôr, pois ele mudava constantemente sua forma de escrever e de desenhar. Variava muito entre gêneros literários como romance, comédia, entre outros. Não tinha medo de arriscar e fazia questão de ter liberdade em seus textos e charges.

Em sua infância, Millôr gostava muito de ler, o que o ajudou a desenvolver suas técnicas e descobrir seus talentos desde cedo. Sofreu, portanto, influência de alguns grandes escritores da época.

Um fato muito triste em sua vida ocorreu quando era muito pequeno: o falecimento de seus pais. Isso marcou muito a sua vida, mas, mesmo assim, nunca desistiu de seus sonhos. Ao contrário, sempre buscou de uma forma bem alegre e contagiante conquistar o seu espaço.

Reinaldo brinca que em sua infância ele lia os livros do Millôr, enquanto os jovens da atualidade leem Harry Potter.

Começando muito cedo a traduzir textos, foi muito criticado. Aos 14 anos, era Office-boy da Revista O Cruzeiro. Tinha de trabalhar, pois nessa época ele já era órfão. Aos 18 anos, ele teve a maior oportunidade da sua vida: fez várias colunas para O Cruzeiro, que resultaram num grande aumento nas vendas da revista.

Uma das coisas mais fluentes em Millôr era o seu jeito de ser: uma pessoa humorada, independente, com liberdade de expressão e espontaneidade. E foi com isso que o artista conquistou uma verdadeira legião de fãs.

“Temos que ter prazer no trabalho”, ensinava Millôr. Dizia ainda: “Tentar ver todos os horizontes.” Essas foram duas lições que Reinaldo aprendeu com o mestre.

Pedimos a opinião de pessoas que assistiram à mesa. Regina Cristina disse que achou muito boa e gostou muito “do Caruso e Reinaldo falando”. Ana Lúcia achou fantástico o fato dos convidados terem tido a oportunidade de conviver e aprender com o Millôr.

Gabriel Gomes, 16

Aghata Saez, 15

Braz Nicolas, 14

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‘Ninguém se forma bom escritor, sem ter sido bom leitor’, diz Fábio Sombra

Apaixonado pela poesia, Fábio Sombra, que tem 38 livros publicados, foi pela segunda vez convidado para a Flipinha. A equipe FlipZona bateu um papo com o autor, que visitou a Central. O Fábio deixou uma dica para quem, assim como ele, sempre foi apaixonado por poesia e está iniciando na escrita. “Ninguém se forma um bom escritor, sem ter sido um bom leitor. Precisa-se ler um bom poema e o ruim também, para saber diferenciar. Minha formação literária e minha escola foram os livros”.

 

Existe alguma pergunta que os jornalistas te fazem e que você considera chata?

Dos jornalistas nem tanto. Mas há perguntas que vêm do público que são redundantes, como de onde sai minha inspiração ou quais dos meus livros eu mais gosto. Não dá pra dizer qual livro eu mais gosto, cada um é como se fosse um filho. Um pai não tem o filho favorito.

Você e a poesia têm um caso ou um casamento?

Começou com um caso, mas virou um casamento. Sempre fui fascinado por rimas e métricas, pelo jeito como o poeta constrói os versos e brinca com as palavras.

O que faria você parar de escrever?

Não consigo imaginar. Seria a última coisa que eu faria na minha vida.

Depois de terminar seus textos, para quem você os mostra primeiro?

Para o crítico mais rigoroso que eu conheço: eu mesmo. A segunda pessoa é um editor específico, cada tipo de texto tem um.

Você busca a inspiração ou ela te encontra?

Não sei definir e não gosto de “glamourizar” a inspiração. Escrevo em qualquer lugar, escrevo muito no avião. Eu me isolo do resto do mundo e me concentro naquilo que estou fazendo.

Em que momento a poesia se tornou um caminho profissional para você?

Em 2008. Uma editora de Minas me ligou e me pediu uma história totalmente em versos.  Foi quando escrevi meu primeiro livro, “A peleja do violeiro Magrilim com a formosa Princesa Jesebel”.

Considerando que você já publicou mais de trinta livros, você diria que há um amadurecimento no seu jeito de escrever?

Eu tenho mudado, não só aprimorado, mas o meu melhor livro  foi o primeiro.

Por que você tem como referência o cordel e a literatura nordestina?

É, foi interessante você ter usado esses dois termos, pois o cordel não é só nordestino. Eu não escrevo sobre nada que eu não conheço, mesmo quando faço adaptações. Por exemplo: agora estou  terminando um cordel que se passa no Pantanal. Um cordel é bom desde que a narrativa seja boa.

Samira Ferder, de 17 anos

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A alegria das ruas

Paraty é o cenário perfeito para a expressão de diversas sensibilidades. Não por acaso, diveros artistas ocupam o centro histórico durante a Flip. Atores, estátuas vivas, músicos e poetas se espalham pelas ruas da cidade.

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Valter Gomes da Silva Jr, de 34, diz que desde pequeno era fã do grande cineasta Charlie Chaplin. Por sorte, encontramos com ele na frente da Central FlipZona exatamente quando estava representando “O vagabundo”. Ele contou para a nossa equipe um pouco sobre sua vida de artista. Disse que seu trabalho possui dois lados. O primeiro é a insegurança, pois a arte de rua não facilita uma situação financeira sólida. Outro lado, é o fato de ser extremamente importante estar sempre simpático ao público, desligando-se dos problemas pessoais. “Consigo encontrar uma boa parte dessa felicidade policiando emoções de todas as formas, sempre visando as cores e sabores da alma”, disse ele.

Valter disse que escolheu Chaplin porque ele trabalhava os sentimentos e emoções comuns do ser humano para provocar emoções, sem dizer uma palavra. “Poesia muda”.

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Conseguimos também entrevistar o Roger Nardotto, de 35, uma estátua viva. Flagramos o artista no momento em que ele ainda se preparava para seu show. “O artista de rua tem o prazer de mostrar o sentimento para as pessoas”, disse ele, enquanto comia uma coxinha.

Em 2005, ele teve a oportunidade de conhecer a Flip, passando a frequentá-la anualmente. Mora na cidade há nove meses, fruindo de sua beleza arquitetônica, suas lindas cachoeiras e cenários maravilhosos.

Paraty é o cenário perfeito para a expressão de diversas sensibilidades, como a desses dois artistas e de muitos outros que animam as ruas da cidade.

Luan Prado, de 12 anos
Pedro Alegria, 16

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As provocações de Ferréz, depois de um minuto de silêncio

Por Claudia Ferraz

Com mediação de Verônica Lessa, a mesa Sociedade e Literatura lotou o auditório da Casa da Cultura de Paraty na quinta-feira da Flip. Por razões de segurança, dezenas de pessoas não puderam entrar na sala. Ao saber disso, o convidado quebrou o protocolo: em vez de começar a palestra, fez questão de descer do palco e ir ao encontro dos que ficaram lá fora. “Já lutei tanto para ter público me ouvindo falar de literatura no Capão Redondo, acho uma sacanagem que fique gente de fora”, disse ele saindo e voltando logo depois, trazendo todos para o auditório que acabou mais lotado ainda, com gente sentada no chão.

Leia mais aqui.

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Doce comércio de Paraty

Andando pelas belas ruas de Paraty, encontramos vendedores com seus produtos, como: doces, pipocas, bebidas e acessórios. Os vendedores de comida tentam suprir os lojistas levando até eles os alimentos.

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Muitas vezes os lojistas não têm como sair para comer, pois teriam que largar suas lojas em pleno movimento da Flip. Para suprir essa demanda, passando de porta em porta, os vendedores ambulantes entram em ação.

Entrevistamos alguns deles, como o doceiro Luiz Alberto, 47, que diz que durante a Flip espera vender muito. Indagado sobre o já esperado aumento de preços durante o evento, afirmou que o valor de seus produtos não seria alterado. Ele elogiou o evento e diz que deveria ter mais.

Encontramos também a Dona Arlete, que vende salgados em sua bicicleta, tendo principal foco voltado para o atendimento aos lojistas da cidade. Ficamos surpresos ao ouvir sua opinião sobre a 12ª Flip. Dona Arlete relatou que está achando a festa ruim, mesmo vendendo mais. O problema, segundo ela, é que não consegue atender a todos os lojistas por conta do enorme contingente de turistas, que com isso também atrapalham sua rota comercial de vendas. A intenção da simpática senhora era vender comida para estes trabalhadores, ou seja, para quem não consegue circular muito por conta do enorme movimento causado pelo público da festa.

Em outra modalidade de comércio, conversamos com Tiago, 70, mais conhecido como “Homem Borboleta”, que por adorar tal inseto, tem sua barba e cabelos cobertos de presilhas com a forma desse inofensivo animal alado. Tendo viajado o mundo em busca de conhecimento, o intelectual hoje ganha a vida vendendo livros, presilhas de borboleta e moedas de outros países. Ele diz que acha a Flip o máximo, um dos maiores eventos do mundo. “Ajuda a vender meus produtos, e muito!”, conta.

Pedro Alegria, de 16 anos
Luan Prado, de 12 anos

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Vai uma geleia de bacon clandestina?

Um pequeno espaço situado no início do pontal, próximo ao quebra mar, tem atraído diversos tipos de clientes. Estamos falando do Clandestino, um food truck (uma espécie de restaurante móvel) que vende sanduíches. O local é muito agradável, com uma atmosfera incrivelmente leve e relaxante, além de uma vista privilegiada para o mar e para a famosa ‘capelinha’ – do outro lado do rio.

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Seus donos, Thais, que é paulistana, e Cris, que nasceu no Alasca, são casados e moram em Paraty há dois anos e tocam o Clandestino há um ano.

Curiosamente, cada sanduíche tem o nome de uma cidade pela qual um dos dois passaram, relatando a memória afetiva dos locais que viveram. Os lanches mais vendidos são: “Seattle”, com uma exótica geleia de bacon (a R$ 18), e “Aleppo”, com hambúrguer de falafel, massa de grão de bico (R$ 15). Ou seja, um bem carnívoro e outro bem vegetariano.

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Além disso, o local tem preços muito em conta, não é abusivo como a maioria dos lugares de Paraty (principalmente na Flip). é ou se tornam para aproveitar a alta temporada .Aliando bom preço e ótima culinária, o Clandestino tem se mostrado uma boa pedida para quem quer comer bem, admirar a beleza natural da cidade. E ainda tem música ao vivo – como a apresentação de tambores que acompanhamos.

Luy Firmino, de 16 anos
Pedro Alegria, de 16 anos

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FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL NO PONTAL

IMG_20140802_121701Em plena Festa Literária Internacional de Paraty, um evento independente chamado Bar do Escritor está ocorrendo na praia do Pontal. Criado em 2005 pelo brasiliense Giovani Iemini, o projeto nasceu numa comunidade do Orkut, onde vários amantes da literatura publicavam suas obras. Cristiano Craviela, produtor e co-organizador do Bar do Escritor, explica que o primeiro encontro físico de escritores aconteceu aqui em Paraty, na FLIP de 2007, quando vieram apenas para assistir às mesas. Por isso, eles decidiram participar do evento também, o que vem acontecendo desde 2010. Hoje, existe um pequeno acervo de livros à venda no local.

Ao evento, juntou-se o coletivo de HQs A Korja dos Quadrinhos, formado por cartunistas e quadrinistas de todo o Brasil. Esses artistas também participarão de mesas e performances do evento alternativo, e também terão seus livros e revistas à venda no local.

Nesse sábado, 2 de agosto, ocorrerá o encerramento do Bar do Escritor, contando com a mesa Quadrinhos e Política, às 19h00. Por volta das 21h00, logo após a palestra, acontecerá a apresentação das bandas independentes Alteradores (Belo Horizonte), Jakaira (Rio de Janeiro) e Direct in Box (Paraty).

Aghata Saez, 15 anos

Pedro Alegria, 16 anos

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Arte na praça dá show de diversidade

Na sexta-feira, a praça da matriz ficou lotada com as atrações do Arte na Praça, realizado pela Flipinha. Com oficinas ocorrendo por toda a parte e com uma impressionante quantidade de atividades e brincadeiras acontecendo ao mesmo tempo, o evento atraiu famílias inteiras – que aproveitaram esse momento juntos.

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A praça se mostrava dividida quando se trata de música, com um estilo em cada parte. O meio era dominado pela ciranda caiçara, onde um grupo de pessoas dançavam em roda no ritmo da música. Em uma das pontas, várias pessoas observavam perplexas a apresentação de um garoto de cerca de dez anos tocando muito bem um teclado enquanto era acompanhado pelo som do carron (instrumento de percussão que lembra uma espécie de tambor retangular).

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Na outra ponta, apresentavam-se professores de uma escola de ciranda, que atraiam as pessoas que passavam para simplesmente observar. Ou até dançar junto com eles.
As oficinas eram diversas. Havia, por exemplo, a de mascaras, na qual se usava gaze com gesso para moldar a forma do rosto das crianças. Assim, cria-se a mascara. Houve também a oficina de petecas, feitas com pano e penas, a de origami, que é a arte japonesa da dobradura de papel – que é muito simples se ensinada da maneira correta.

Nas oficinas de pipas, havia tantas crianças que mal se podia ver a mesa. E a pintura de barquinhos necessitou de quatro mesas para acomodar a todos que queriam participar.
Os monitores também ensinaram a fazer fantoches, que são feitos apenas de caixas de leite e um pouco de tinta. Um bom exemplo de arte ecológica.

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Em um processo bastante simples, usando um lápis e papel crepom, as crianças também aprenderam a fazer flores no lápis. Ainda houve o bingo dos pássaros, colares de miçangas e barandão.

Pelo que vimos, essa arte na praça também atraiu diversas figuras, como artista autônomos, palhaços, estátuas vivas, músicos e dançarinos. O evento realmente deu um show.

Isabel Dias, de 17 anos
Juan Pablo, de 16 anos

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POR TRÁS DA FLIP

???????????????????????????????Todos os anos, a FLIP vem aumentando sua fama e sua magnitude. Por isso, os eventos literários paralelos à FLIP são cada vez mais comuns. Um exemplo disso são os diversos projetos que vem sendo criados desde a fundação da FLIP, como a Casa da Folha e a Casa do IMS, ambos localizados na Rua do Comércio.

O maior deles é o Circuito OFF FLIP, criado há 10 anos. Esse projeto envolve vários facetas, como a literatura, gastronomia, música etc. Também faz parte do Circuito OFF FLIP o projeto “OFF FLIP das Letras”, mais direcionado para a literatura. Ovídio Poli Junior, escritor paulista, residente em Paraty e curador da OFF FLIP das Letras explica que esse projeto é um evento alternativo, em parceria com a FLIP, que se diferencia principalmente pela proposta, já que procura manter o foco em escritores brasileiros, relativamente iniciantes e anônimos.

Neste sábado, 2 de agosto, às 14h30, ocorrerá no Clube de Autores (Rua Santa Rita) uma leitura de poemas com o autor Luís Turiba. No mesmo local, às 16h30, a escritora Valéria Martins palestrará sobre “O escritor e o mercado editorial: o papel do agente literário”.

Na Casa da Folha, os autores Ruy Castro, João Pereira Coutinho e Clóvis Rossi estarão sendo entrevistados.

E, às 20h30, iniciará o Sarau do Prêmio OFF Flip de Literatura 2014, no Centro Cultural SESC Paraty (Rua Marechal Santos Dias).

Vale a pena conferir a programação desses eventos!

Aghata Saez, 15 anos

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O ESTADO É LAICO, MAS PARATY É LEIGA

Samara Donário

Charge de Samara Donário

Paraty é uma cidade conhecida por sua grande diversidade étnica e cultural. A interação entre quilombolas, índios e caiçaras é justamente um de seus maiores charmes.

A maçonaria é mais um elemento de toda essa diversidade. Com forte influência no município, essa sociedade está presente em todos os cantos, seja no grande emblema colocado no Trevo, ou nos diversos símbolos espalhados pelas esquinas do Centro Histórico. Mas afinal, o que é maçonaria?

Fraternidade extremamente discreta fundada na Inglaterra da Idade Média por trabalhadores, a maçonaria tem como objetivo principal tornar os cidadãos pessoas melhores, através do respeito, da fidelidade e da fraternidade. Ao contrário do que muitos pensam, a maçonaria não é restrita ao catolicismo ou ao cristianismo: seus membros podem seguir a religião que quiserem, o importante é crer em um Deus. É uma sociedade tão poderosa que, segundo o psicólogo e estudioso paratiense José Carlos Lambert, todos os fatos importantes da história brasileira têm relação com a maçonaria. Para amenizar as polêmicas que cercam essa fraternidade, seus membros criaram um lema que diz que “o único segredo da maçonaria é que não há um segredo”.

Outra grande corrente cultural, e principalmente religiosa, presente na cidade é o catolicismo. Essa religião é muito importante no contexto histórico da cidade, pois sua fundação teve participação da Igreja Católica. Porém, os jesuítas não vieram para cá apenas para catequizar os residentes locais, também estavam interessados nos benefícios econômicos que ocorriam durante o Ciclo do Ouro. Atualmente, Paraty tem uma vertente católica um pouco enfraquecida, pois existem desavenças entre seus membros.

Com menor participação na população, existem várias outras doutrinas, como, por exemplo, o movimento Hare Krishna. Kadamba, membro desse movimento, explica que o Hare Krishna é uma sociedade baseada na literatura védica milenar de conhecimento transcendental, cuja principal obra de estudo é o “Bhagavad-Gita”.

Relatos como este pode nos levar a crer que a relação entre as religiões na cidade é pacífica. No entanto, no último dia 26 de julho, ocorreu um pequeno conflito religioso envolvendo uma polêmica placa com os dizeres “Jesus Cristo é o Senhor de Paraty”, colocada na entrada da cidade.

A placa acabou sendo depredada um ou dois dias depois, e deu muito que falar. Na opinião de vários moradores, a iniciativa figurou como um desrespeito a outras religiões que não pregam o cristianismo.

No entanto, quem defende a colocação da placa entende que ninguém teria o direito de vandalizá-la. Carolina Reis, 16, membro da Igreja Assembléia de Deus, não vê problema na placa. “As doutrinas cristãs são maioria em Paraty”, disse ela. Segundo Carolina, a Assembléia de Deus não teve participação na colocação.

Segundo Thalita Aguiar, filósofa carioca residente em Paraty, “essa placa não representa a multiplicidade religiosa que existe na cidade e desrespeita o caráter laico do estado.”

Aghata Saez,15

Luy Firmino ,16

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A Flip por trás das câmeras, textos e links

A Central FlipZona foi atrás dos bastidores da cobertura jornalística da Flip. Fizemos esse vídeo incrível!! A autoria é dos jovens Cleber Solza e Patrick Mathias.

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A vida secreta de uma pedra

Por Nathália Nascimento, de 13 anos

Parte 1 – Eu e a pedra

Quando penso na dor, várias palavras vem à mente. Mas uma em especial surge com força. Meus pensamentos costumam mudar em relação à palavra dor, mas a palavra Pedra quase sempre está acompanhada com ela.

Parei para pensar em quantas vezes já tropecei em uma pedra, e em quantas vezes ela nunca reclamou. Por que ela nunca reclama?

Apesar de ficar parada, sua vida pode ser bem movimentada. A maioria das pedras de Paraty são bem democráticas, fazem todo mundo tropeçar nelas sem preconceito. Muita gente torce o tornozelo, machuca a unha, quebra saltos, estoura o dedo, entre tantos outros machucados terríveis que elas causam.

Nunca parei para observar uma pedra, nunca me coloquei no lugar dela, nunca parei pra ver sua rotina. Mas um dia, uma pedra me conquistou. Ela estava lá, parada em frente à igreja da matriz, com sua forma de cone de sorvete – e eu com aquela fome. “Parece com uma pipoca”, disse a pipoqueira. “Eu também costumo compará-las com as três Marias. Ela e as duas pedrinhas ao seu lado, acredito que são suas filhas”, continuou.

E como andava o dia da pedra? Será que ela fica feliz em machucar alguns pés só por ser uma pedra? Até porque, cá entre nós, seu nome é associado à palavra dor.

Poucas pessoas param para pensar que ela poderia ter uma vida secreta. Cheguei à conclusão de que ela não era excluída, e sim reservada. Sua rotina talvez não envolvesse só o trabalho de fazer as pessoas tropeçarem. Seu trabalho podia ser o de cuidar de suas filhas, e talvez até de seu marido pedra.

Depois das palavras da senhora do carrinho de pipoca, percebi que não estava apenas observando a vida de uma pedra. Estava observando a vida dela, a PEDRA. Sentei e continuei observando. E por incrível que pareça ela também olhou para mim! E me contou sua história.

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Parte 2 – A pedra e eu

Muitos seres vivos me vêem como uma ameaça, mas na maioria das vezes não é minha intenção machucá-los. Eu só faço meu trabalho como pedra.

Só porque sou imóvel e não tenho uma face, não significa que eu não veja e não sinta. Mas esse é o problema dos seres vivos… Em especial, esse é o problema dos seres humanos.
Minha vida é bem atarefada, apesar de não parecer. Eu trabalho duro! Na maioria das vezes, trabalho machucando tornozelos e torcendo pés. São alguns serviços pequenos que faço.

Pode até parecer estranho, mas não fico contente em machucar alguém. Fico até meio decepcionada, porque não é nem um pouco legal ser xingada por apenas fazer o seu trabalho.

Meu nome me faz parecer dura e rígida, mas eu não sou bem assim. Fisicamente, é claro que sou. Mas nem sempre meu modo de agir é assim. Eu até faço bem às pessoas! Por exemplo: quando alguém está indo no caminho errado ou vai fazer algo de ruim, eu interfiro. Ou quando uma moça cai, com minha ajuda, e um belo jovem vai ajudá-la. Ai eles acabam se tornando almas gêmeas. Eu também sou legal a ponto de fazer alguém cair só pra ela dar boas gargalhadas.

Pense bem, não sou muito diferente de um ser vivo. Pelo menos é o que eu acho. A cada ser vivo que eu faço tropeçar, uma história diferente acontece. Assim, eu não tenho somente a minha história pra contar. Eu tenho várias histórias. Porque eu não sou apenas uma pedra, eu sou A Pedra.

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Flipinha: a querida ou a temida?

Muitas vezes nosso sonho é se apresentar na Flipinha. Mas a experiência pode ser a melhor delas, mas também para algumas crianças isso pode ser algo assustador. O medo de se apresentar no palco, o público olhando fixamente pra você, o medo do DJ errar a música… tudo isso só acontece na Flipinha e hoje nós vamos conversar um pouco com as crianças sobre o que elas acham desse desafio e qual é a sensação momentânea.

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Vemos a apresentação da peça “O Banheiro”, da escola Estadual Almirante Álvaro Alberto. A apresentação atrasou cerca de 15 minutos. A Kathleen disse que todos estavam tranquilos, porque já era o 3º ano que participavam da Flipinha. Segundo ela, todos tinham medo de errar, “mas somos bons no improviso”. “Na hora, o computador não queria ligar e achamos que ia ficar ruim na peça”, desabafou ela.

Mas não foi dessa vez que deu errado, eles arrasaram! Fizeram uma ótima apresentação, bem humorada e elaborada. E o fundo musical estava ótimo!

Mas afinal: a Flipinha é a querida ou a temida?

Marcio Santos, estudante que fez a peça, diz que ela é os dois, porque antes mesmo de você entrar no palco você já está com medo. “Mas no final foi uma sensação de dever cumprido.”

Braz Nicolas Alvarenga Mendes da Silva, de 14 anos

Carlos Eduardo Oliveira da Silva, de 13 anos

 

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Flip pra quem é de Flip

Apesar de tantos anos de Flip, ainda há uma divisão entre as pessoas que gostam e não gostam da festa. Muito morador não aproveita o evento, às vezes por falta de interesse ou até mesmo falta de informação. Obviamente, há aquelas que realmente sabem desfrutar dela.

Para o Danilo Alves de Sousa, de 31 anos, a Flip é o maior evento da cidade. “A minha profissão exige muito de mim, o que muitas vezes me impede de assistir algo de meu interesse”, diz ele, que é turismólogo. Ele tenta se organizar, mas muitas vezes não consegue aproveitar nada.

Wagner Lopez, de 33 anos, defende a festa porque ela gera renda pra cidade, principalmente com o turismo – que é um dos “fortes” da cidade. “Gera lucro por ser uma atividade local”, diz ele, que é topógrafo. João Batista, de 77 anos, o Saporé, a Flip é uma festa muito criativa, porque ajuda a divulgar o seu trabalho. “Para mim, que vendo minhas dobraduras na portaria do Asilo, é muito bom” diz ele, que é professor aposentado.

Mas para a Tauana Elizabeth, de 20 anos, é um evento desnecessário. “É um evento inútil, não me acrescenta em nada” diz ela, que é secretária de Contabilidade. Apesar da sua falta de interesse, a Flip já lotou a cidade. Para o Já o Benjamin Inácio, de 14 anos, diz que a festa ocupa o tempo. “Não tenho nada pra fazer, por isso vou pra Flip, mas não gosto” diz o estudante.

A diversidade de atrações na Flip é enorme, entre palestras, mesas com autores e jornalistas, exibições de filmes e debates, apresentação de jovens talentos da cidade, entre outras coisas. Mesmo com toda divulgação, tem gente que ainda se sente meio perdido e não conhece todos o potencial da programação. É o caso da Maira de Barros, de 27 anos, que não sabia nada da programação. “Estarei aqui somente para o show da Gal Costa”, diz ela, turista Curitibana.

Anne Carolyne

Jaqueline Alves

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Os looks da Flip

A Flip atrai um público que tem em comum a paixão e apreço pelas obras literárias, mas que é bem variado quando se trata de moda e estilo. Nas ruas encontramos pessoas super estilosas, que compartilharam conosco suas preferencias na hora de montar o look. Dá uma olhada no que encontramos:

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Karen, 26 anos
Os looks de Karen além de confortáveis e ousam com um toque vintage. “Eu gosto de estar sempre confortável, não sou muito de seguir tendências, uso o que gosto.”
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Estélio Constantino Barbosa, 22 anos, Dourados, MS
“Eu não ligo para estética e para as críticas, gosto de estar sempre confortável comigo mesmo”, diz. Estélio é apaixonado por saltos altos e anda com eles por todo lugar. Inclusive pelas pedras de Paraty!

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Nakamura, 19 anos, São Paulo
A estudante abusa da atitude e criatividade em seus makes, e suas lentes de contato coloridas. “Sou cosplay, e adaptei essa minha paixão para o meu dia a dia.”

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Brenda Freitas, 28 anos, estudante, São Paulo
“Gosto de estar sempre o mais confortável possível, adoro peças larguinhas.” Sentindo-se confortável e com peças simples, Brenda faz sua própria moda.

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Alan Rodrigues, 31 anos, Ator e produtor, RJ
“Gosto de peças práticas, defino meu estilo como despojado”, explicou. Alan também é bastante vaidoso, mas por estar sempre apressado acaba improvisando nos looks.

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Larissa, de 15 anos, Maísa, de 12, e Joice, de 19, estudantes, RJ
A ousadia define o estilo das simpáticas amigas. “Nós gostamos do nosso estilo, nos identificamos.” Não por acaso, por onde passam chamam a atenção, com peças coloridas e curtas.

E você, já montou seu look para Flip?

Emanuely Dias, de 14 anos
Laís Souza, de 15 anos
Lua Serena, de 15 anos

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Papel ou digital, eis a questão?

Os avanços tecnológicos estão cada vez mais avançados e, dessa forma, os livros, jornais e revistas não poderiam ter ficado de fora. Papel ou digital, eis a questão?

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Em uma livraria, entrevistamos trinta pessoas. Seis delas responderam que o livro digital é muito melhor, mais legal, fácil e barato.

As outras vinte e quatro pessoas foram certeiras: os livros de papel são muito melhores. Em geral, as pessoas contaram que adoram a sensação de tocar o livro, de criar uma conexão com o papel e o fato de poder guarda-lo em uma estante e observar. Alguns ainda disseram que adoram até por causa do cheiro.

Nathalia Nascimento, de 13 anos

 

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Universitários preparam revista eletrônica

Dia 14 de agosto será lançada um revista imperdível chamada Garupa, feita por um grupo de sete estudantes de Letras e Literatura da UniRio. Conversamos com quatro deles: Juliana Travassos de, 22 anos, Xu Xuyi, de 24, Gabriel Pelluso, de 26, e Daniel Dargains, de 22 – que estão em Paraty para acompanhar a Flip.

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Eles contaram que a ideia de criar uma revista eletrônica já existia entre eles há muito tempo, mas o projeto nunca havia ido pra frente por falta de recursos. E também por falta de conhecimento necessário. No entanto, eles ficaram sabendo de um programa da Unirio que trabalhava exatamente com essa parte e aproveitaram a oportunidade.

O trabalho da revista é separado entre eles. Na parte criativa, todos com participam e estão envolvidos com o assunto. A área de produção executiva fica por conta da Juliana e da Xu. Eles ficam responsáveis pela parte burocrática e financeira. Na comunicação e redes sociais, os responsáveis são o Daniel, Gabriel e a Amanda (que não vieram a Paraty).

A revista é dividida em sete sessões, como literatura e artes plásticas, e cada uma delas engloba um assunto diferente, sem limitação de um gênero específico. Mencionei o fato dele cada um deles ali ter seu próprio estilo de vida se esse estilo influenciava na escrito e em resposta Gabriel me disse : “Nosso estilo e personalidade acaba ficando impresso em tudo o que se faz, principalmente no trabalho”, disse Gabriel.

O logo da revista é um cavalo composto por peças de tangram, feito por Thiago Modesto o primeiro designer da revista. O site da revista é revistagarupa.com (mas só irá ao ar no dia de lançamento ).

Aline Oliveira, de 15 anos
Daniela Marsico, de 13 anos

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