Publique você mesmo (a) seu livro

Dia 30, quarta-feira, às 16 horas, vai rolar na Casa da Cultura de Paraty uma oficina gratuita da Amazon, sobre autopublicação digital.

Você sabe o que é a autopublicação? É isso mesmo que você está pensando, significa você mesmo publicar seus livros no formato de ebooks. É uma ferramenta genial para os escritores já experientes e também para os iniciantes, porque garante mais liberdade e controle sobre o texto, o que é precioso especialmente para quem está começando a publicar.

Natalia Montuori, gerente da plataforma de autopublicação da Amazon (Kindle Direct Publishing) no Brasil, fala aqui com os jovens da FlipZona: “A ferramenta de autopublicação digital da Amazon está disponível para qualquer pessoa que sonha em publicar um livro. Os participantes ficam entusiasmados com a possibilidade de publicar suas obras de maneira fácil, rápida e sem custo algum. A oficina já foi realizada em várias cidades do Brasil e acontecerá pela primeira vez em Paraty.”

Não deixe de participar, avise a galera. São apenas 30 vagas. INSCRIÇÕES GRATUITAS NA CENTRAL FLIPZONA, rua Dona Geralda, 4, segunda e terça, de 9 às 18 horas.

Oficina Amazon

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Eliane Brum por Eliane Brum: “Escrevo para desacomodar o leitor, e não para apaziguá-lo”

Ela é gaúcha e leu tudo o que pode durante a infância. Achava jornal muito chato, “pois não tinha gente”. Sempre muito inquieta e curiosa, prestou vestibular para biologia e informática, e iniciou a faculdade de história, que não concluiu. Durante o curso de jornalismo na PUC/RS, no qual se formou, quase desistiu. Mas um professor acabou por convencê-la, era um caminho que merecia ser percorrido.
Foi graças a um texto de faculdade que surgiu um estágio no jornal Zero Hora, em Porto Alegre, onde trabalhou por onze anos. Outros dez ela viveu como repórter especial na revista Época. Depois foram outros jornais e revistas, com Eliane sempre valorizando a boa escuta e perseguindo a qualidade do texto em suas reportagens.

Jornalista das mais premiadas do Brasil, recebeu mais de sessenta prêmios nacionais e internacionais, inclusive por seus documentários. Com seu livro-reportagem “A vida que ninguém vê” (Arquipélago Editorial), venceu o prêmio Jabuti. Mantém uma coluna na versão nacional do El País e na Copa do Mundo acompanhou a Seleção Brasileira de perto, em cobertura para o jornal Folha de S.Paulo.
Seu novo livro, “Meus desacontecimentos” (Leya Brasil), está entre os lançamentos nessa Flip 2014, para a qual foi convidada a dividir a mesa “Poesia & Prosa” com Gregorio Duvivier e Charles Peixoto, numa conversa sobre as fronteiras do gênero literário.

Em entrevista exclusiva por email, ela respondeu a quatro jovens da FlipZona interessados em seus textos, os alunos Rafaela Marsico, Luan Vinícius, Manoel Antonio, Gabriel Giudice e Arthur Verdelone. Na conversa, entre outras afirmações, a jornalista e escritora diz acreditar no poder da narrativa como instrumento de transformação da vida, “e especialmente das realidades injustas”. Acompanhe aqui e saiba: Eliane Brum confessa que adorou ser entrevistada a partir de perguntas que, segundo ela, demonstraram que a moçada lê e gosta de suas reportagens. 

EBRUM-0047 PARA O BLOG

Em contexto mundial, você acha que existe uma cultura mais evoluída do que outra ou todas vivem em constante evolução?
Eliane Brum – Acho que não há uma cultura mais “evoluída” que outra nem em contexto mundial nem em contexto de qualquer tipo, espacial ou não. O que há são diferentes formas de perceber, interpretar e interagir com a natureza e o “outro”. O que há são diferentes formas de narrar o nosso ser/estar no mundo.
Quando se usa critérios de mais ou menos evoluído é sempre com vistas ao exercício autoritário do poder, manipulando com a suposta primazia de uma cultura – a que se anuncia como “mais evoluída” – sobre outra, a que supostamente seria “menos evoluída” e, portanto, com menos direitos de ser aquilo que é.

No Brasil, isso é muito comum com relação aos povos indígenas (vistos como todos iguais, quando são de uma diversidade assombrosa) na sua relação com os não índios. Por exemplo, quando se justifica a construção de uma grande hidrelétrica como Belo Monte no ecossistema do Xingu, afetando povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas sem sequer consultá-los.

Mesmo passados 50 anos do golpe militar, você acha que nós brasileiros, em especial a classe média, ainda possuímos um pensamento enraizado na ditadura e no autoritarismo em relação à Amazônia e à cultura indígena?
Eliane Brum – Sim, eu acho. Mudou-se a forma de compreender o Brasil em vários aspectos e condena-se o autoritarismo em diferentes instâncias. Mesmo com críticas à democracia vigente e apontando a necessidade de ampliar as formas atuais de participação, é preciso reconhecer que vivemos num regime democrático.

Mas a visão atual de uma parte significativa da sociedade, assim como dos governos Lula-Dilma, é muito semelhante à visão da Amazônia construída pelos governos militares. Isso tanto no que se refere ao modelo de ocupação, com a construção de grandes obras, quanto à forma de intervenção, sem consulta às comunidades afetadas por essas grandes obras. Nesse olhar, o outro (no caso povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas) não tem nada de relevante a dizer, não é reconhecido como um sujeito de direitos nem como um interlocutor por quem se deva ter respeito. É um olhar limitado, que convenientemente finge enxergar a Amazônia como um gigantesco vazio humano – e não como um espaço múltiplo, ocupado por povos com uma diversidade cultural impressionante, que teriam muito a colaborar com a construção de um Brasil mais criativo, igualitário e viável do ponto de vista socioambiental.

É muito triste, mas mais do que triste, é criminoso. O exercício político desse olhar só é possível porque a maioria do que se chama povo brasileiro desconhece a Amazônia, as várias Amazônias. Ou, pior ainda, nem percebe que deveria conhecê-las.

Os textos que você escreve abordam questões críticas e importantes. Onde você acha que pode chegar sua liberdade crítica, sem medo de ser prejudicada? De alguma forma você já sofreu alguma censura por abordar algum assunto?
Eliane Brum – A coluna de opinião, que hoje escrevo no El País, é uma das minhas atuações como escritora, já que também sou repórter e ficcionista. Acredito que o papel de um colunista é qualificar as questões da sua época, tirando o leitor do seu lugar para que ele possa ver determinado tema por outros ângulos possíveis. Escrevo para desacomodar o leitor, e não para apaziguá-lo. Para isso, preciso me tirar do lugar constantemente, o que é um exercício trabalhoso.

Ao escolher fazer uma coluna de opinião, escolho assumir esse risco. Às vezes, é bastante difícil. Às vezes, é duro por bastante tempo. Mas é um risco que assumi. E acredito na importância de escrever sobre o que escrevo da forma como escrevo. Acredito enormemente no poder da narrativa como instrumento de transformação da vida – e especialmente das realidades injustas. É isso o que me faz ser repórter e, agora, também, a escrever artigos de opinião. Se, em algum momento, por uma razão ou outra, chegar à conclusão de que não posso mais assumir esse risco ou enfrentar a dureza da reação a algumas de minhas intervenções, aí vou fazer outra coisa. O que jamais farei é enganar o leitor, dando a ele menos do que deveria por covardia ou por simplesmente escolher o caminho mais fácil. Isso banalizaria a minha própria vida – e me alienaria da minha escrita, o que seria uma forma de morte. 

A partir do seu texto “É possível morrer depois da internet?” publicado no jornal El Pais, pode- se concluir que cada um de nós seja um imortal? A quem interessaria a imortalidade coletiva? Você pode falar um pouco sobre isso?
Eliane Brum – Eu jamais diria a alguém o que pode ou não concluir sobre um texto meu. Acho que um texto deve ficar sempre em aberto e cada leitor é um escritor que continua a escrevê-lo a partir de suas próprias circunstâncias e interrogações. Então, se é um texto meu, a cada leitura também deixa de ser meu. Cada leitor lê seu próprio texto.

Dito isso, acho que, como espécie, por conta de nossa consciência da morte, sempre quisemos desesperadamente permanecer. Seja com um filho, seja com uma obra. Precisamos nos reconhecer no olhar do outro dia após dia para saber que existimos. Nessa nova época, trazida pela internet – e esta, sim, é uma revolução de fato – temos de enfrentar uma outra questão, que é a importância do esquecimento. Com as redes sociais e os sites de busca, tudo, e especialmente as nossas banalidades, permanecem.

O que era fugaz agora fica. O que podia ser superado pode ser reeditado a qualquer momento. Como digo lá, mais definitivo do que gravar em pedra parece ser gravar na nuvem. Isso altera toda a nossa relação com a memória, que é uma questão muito profunda, que tanto nos define quanto nos desestabiliza. Adoro aquela frase, que está na peça teatral libanesa: “É possível estar fora do corpo, mas não fora da linguagem. Meu amigo, a única forma de morrer é estar fora da linguagem – ou nunca ter falado. Você falou muito, palavras demais. Para sempre estará preso na linguagem”. Será que era isso que buscávamos?

Você já se sentiu desfavorecida no meio literário por ser mulher? E como repórter, teve alguma dificuldade nesse sentido? Pode citar a situação?
Eliane Brum – Ser uma mulher, ainda na minha geração, é ter se tornado mulher de violência em violência. Escrevo particularmente sobre isso no meu último livro – “Meus desacontecimentos, a história da minha vida com as palavras”. No meu primeiro romance, “Uma Duas”, escrevo sobre como uma filha se arranca do corpo da mãe. A violência, de várias maneiras, é uma presença na minha vida, assim como, suponho, na vida da maioria das mulheres.

Como repórter, sofri assédios de todo o tipo, mas nada que tenha inviabilizado alguma reportagem. Jamais permiti que me aviltassem ou me desrespeitassem. Explicitamente, apenas uma vez um editor escolheu, em vez de mandar a mim, enviar um repórter homem para uma zona de guerra. Achava que eu era a melhor escolha, pelo tipo de matéria, mas disse que pensou muito e concluiu que seria perigoso por eu ser mulher. Eu respondi a ele: “Só entendo isso se você acha que é preciso escrever com o pinto. Aí, realmente, não posso fazer nada. Se não, não entendo a sua escolha”.

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Hora da Estrela: inscrições abertas!

Atenção jovens de talento em música, arte, dança e demais expressões artísticas! Não percam a chance de participar do já tradicional encontro da FlipZona, que costuma surpreender pelo alto astral e ótimas apresentações. 

Onde e quando se inscrever
De 15 a 21 de julho, as inscrições podem ser feitas na Biblioteca Casa Azul, à rua João Ayres Martins, 14, Ilha das Cobras (atrás do cais pesqueiro).
A partir do dia 22, até 26 de julho, inscrições na Central FlipZona, à rua Dr. Samuel Costa, 16, Centro Histórico. 

hora da estrela oficial

Programe-se, a hora é essa! 
Na festa literária 2014, a Hora da Estrela acontece na quinta-feira, 31 de julho, às 21 horas, na tenda da Flipinha. Você, claro, não vai perder, porque essa é a sua HORA. Inscreva-se e avise os amigos.

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Muito além do ”Porta dos Fundos”…

A Flipzona já está a mil nas ações de cobertura jornalística. Alunos das oficinas de Filosofia, Produção Audiovisual e Produção de Textos da Biblioteca Casa Azul entrevistaram por email o múltiplo Gregório Duvivier que, entre outras coisas, é escritor. Convidado da Flip 2014, ele participa da mesa 1, Poesia & Prosa, na quinta-feira,  às 12 horas, ao lado de Eliane Brum e Charles Peixoto.
Curta a entrevista e veja mais sobre Gregório Duvivier, o mais recente entrevistado da galera FlipZona.

Perguntas de Rafaela Marsico
O audiovisual se tornou uma linguagem muito usual hoje em dia, como forma de expressar algo, tanto uma crítica, uma história, uma sátira de forma mais dinâmica. Assim como você no Porta dos Fundos, a FlipZona também trabalha muito em cima desse meio. Que influências você acha que esse tipo de linguagem pode exercer no mundo atual?
Duvivier – A linguagem audiovisual parece ter a cada dia mais poder: os celulares hoje em dia têm tela, os ônibus têm tela, em todo lugar se pode assistir a um vídeo. A multiplicação e a democratização das telas ampliou muito o alcance do audiovisual, especialmente em formatos curtos como os do PDF.

O Porta dos Fundos não só leva em conta o lado humorístico como também o lado crítico e social brasileiro. Como vocês do Porta relacionam o humor com a crítica em suas produções? Millôr Fernandes também utilizava muito dessa mescla do humor com um fundo crítico em seus textos, charges, frases…
Duvivier – Rir é uma forma de pensar o mundo. Sempre que voce ri, você está rindo de algo, você está tomando um partido. Essa consciência é fundamental.

Gregório, um de seus livros de poesia “A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora” foi muito bem aceito pela crítica e altamente elogiado por grandes mestres da literatura, inclusive por Millôr. Como foi essa experiência de ter uma de suas obras reconhecida pelo homenageado da FLIP deste ano?

Duvivier - Fiquei muito feliz com o reconhecimento do Millôr. Ele foi um gênio e uma pessoa maravilhosa. Sua crítica me incentivou a continuar escrevendo poesia. Não há nada melhor do que sentir sua poesia reverberando. 

Perguntas de Joana Marendaz
Todos sabem que você é muito querido pelo pastor e deputado Marco Feliciano graças a um vídeo do Porta dos Fundos. Provocar grandes personalidades era a sua intenção e a dos roteiristas do canal?
Duvivier - Não, esse nunca foi o objetivo. Nunca sequer falamos o nome desse sujeito em nossos vídeos. Nossas questões são maiores: criticar o fanatismo religioso como um todo. 

Você já teve algum texto de alguma forma censurado por uma das mídias para qual escreve?
Duvivier - Nunca. Tanto o Porta quanto a Folha (Folha de S.Paulo) são ambientes de total liberdade editorial. 

Pergunta de Gustavo Lapa
Existe diferença entre um humorista e um escritor de humor? Em qual dessas categorias você se encaixa?
Duvivier – Não existe. Acho que é a mesma coisa, portanto, me encaixo nas duas. 

Pergunta de Francisco Guaraná 
Qual é o critério que vocês usam para saber se um vídeo ficou engraçado?
Duvivier – O critério é a nossa própria risada. Se a gente ri é porque está engraçado.

Pergunta de Nyara
Gregório, para finalizar, que dica ou recado você deixa para quem está entrando ou quer entrar nesse mundo do audiovisual?
Duvivier – Não acho que seja diferente de outros mundos. A arte requer estudo, prática, repetição. Recomendo paciência, perseverança, responsabilidade, assim como pra quem vai estudar medicina. É importante levar a coisa a sério. 

GregorioDuvivier©RenatoParada_14_orelha_divulgação web

Foto: Renato Parada

Gregório Duvivier? Saiba mais sobre ele. E veja o que Millôr Fernandes, o autor homenageado da Flip 2014, disse a respeito de seu livro de estréia “A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora”, lançado em 2008 pela editora 7 Letras.

Carioca do signo de Áries, ele nasceu em 1986. Desde pequeno imaginava que seria escritor. Mas em suas palavras, por um acidente de percurso, acabou indo parar no teatro. Aos 9 anos fazia o curso do Tablado. E se apaixonou pelo palco, apesar de sempre ter sido uma criança muito tímida e introvertida.
Um ano antes de entrar na faculdade (Letras, na PUC – RJ), aos 17, formou o grupo que faria a peça Z. É. Zenas Emprovisadas (peça teatral composta por esquetes de improvisação), junto com Marcelo Adnet, Fernando Caruso e Rafael Queiroga.

Desde então foram várias séries, filmes e peças teatrais, o que o levou a ter experiência de sobra para ser um dos criadores do canal Porta dos Fundos — canal que produz vídeos de humor na internet e se destaca por sua linguagem ácida, irônica e inovadora.

O Porta dos Fundos, você sabe, é alvo de muitas polêmicas por questionar sem pudores questões da sociedade, tais como gênero e raça. E se tornou um sucesso rapidamente, sendo hoje o canal do youtube brasileiro com o maior número de inscritos.

Apesar do sucesso na tela, a ideia de ser escritor não ficou para trás. Gregório assina uma coluna semanal na Folha de São Paulo e tem dois livros de poesia publicados: “Ligue os pontos – Poemas de Amor e Big Bang” (Companhia das Letras), que Cora Ronai afirmou ser “ o melhor livro de poesia dos últimos tempos”, e “A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora” (7 letras), seu livro de estréia elogiado por grandes escritores, entre eles Ferreira Gullar e Millôr Fernandes.
Na época do lançamento, em 2008, Gullar confessou: “um livro que estou lendo com prazer. Gregório evita o dó de peito e brinca inteligentemente com a emoção. Parabéns.”

Nas palavras de Millôr, “um livro pra ser lido como o Gregório escreveu: com emoção e perspectiva, que são a mesma coisa. O jovem – 22 anos ainda é jovem ? – apresenta poesias que vão desde o quase haikai a sonetos. Sonetos, sim senhor, uma bela forma de poesia que nunca voltou. Porque nunca desapareceu. Gregório é um poeta concreto. Não confundir com concretista.”

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PROGRAMAÇÃO FLIPZONA 2014

Quarta-feira, 30 de julho
8h30
Na Casa da Cultura
Roteiros, roteiros e mais documentários…
com Antonio Prata e Eliane Brum
Mediação: Marcos Maffei

10h30
Na Casa da Cultura
Jogos e Mistérios
com Rosana Rios
mediação: Anna Cláudia Ramos

Quinta-feira, 31 de julho
10h30
Na Casa da Cultura 
Sociedade e literatura
Ferréz
mediação: Verônica Lessa

21h
Na tenda da Flipinha
Hora da estrela
Música, arte e dança
Apresentação dos jovens talentos de Paraty

Sexta-feira, 01 de agosto
8h30
Na Casa da Cultura
Leitura dramatizada da obra de Millôr
Alunos da oficina de teatro da Biblioteca Casa Azul
Direção: Patrícia Saravy

10h30
A construção da imagem e do texto
Luís Dill e Mario Bag
Mediação:Marcos Maffei

19h
Na tenda da Flipinha
Viagem ao Céu
Paulo Varella

Domingo, 03 de agosto
14h
Na Casa da Cultura
CineZona
Exibição do documentário Page One, sobre o jornal The New York Times e exibição da produção audiovisual da Central FlipZona.

flipzona cinema

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CENTRAL FLIPZONA 2014 – VENHA FAZER PARTE!

CENTRAL FLIPZONA 1

Já estão abertas as inscrições para você participar este ano. Traga uma foto 3 X 4 e venha preencher sua ficha, aqui na Biblioteca Casa Azul, das 9 às 18 horas, de segunda a sexta-feira (veja na sequência os dados gerais do que você vai preencher).

Nome: ____________Idade: ___________
Sexo: (  ) Feminino        (  ) Masculino
Endereço: _____________
Telefone: _____________
E-mail: _______________
Escola onde estuda: __________
Série: ___________
Turno: (  ) manhã         (  ) tarde           (  ) noite

Qual oficina deseja participar?
__________________________________

Autorização para menores de idade
Eu, __________________________, responsável  pelo(a)  aluno(a) ______________________________________, autorizo a participação do(a) mesmo(a) nas oficinas da Central FlipZona de 2014­­­­.

Assinatura__________________

CENTRAL FLIPZONA 2

Você já sabe, mas informe seus amigos:  a Central FlipZona é o coletivo jovem da Flip que, durante os cinco dias da festa literária, com cerca de trinta jovens selecionados, trabalha como um redação jornalística, fazendo a cobertura com reportagens, entrevistas, fotos e produção audiovisual.
Nas fotos deste post, a moçada que participou de edições passadas da Central FlipZona.

 

 

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Esquentando a FlipZona: #TamoJunto Marcelo Tas entrevista exclusiva para a Central

“A revolução não é só tecnológica.
Ela está dentro das pessoas.”

Marcelo Tas, jornalista e comunicador de TV, atualmente âncora do programa CQC, na TV Bandeirantes, e autor do Blog do Tas, um dos blogs mais premiados do país, é o autor da frase que inicia esta matéria. Frase, por sinal, publicada na entrevista que ele deu à revista Gente, de abril de 2014, à jornalista Gisele Vitória.

A matéria da revista ainda revela que Tas costuma dar palestras sobre educação, nas quais fala muito sobre livros. Conta, por exemplo, que uma das perguntas mais freqüentes que ouve nas  palestras é “Como faço para ficar famoso?” Provocativo como é, sua resposta está sempre pronta: “Leia um bom livro. E depois leia outro e outro. Você vai ficar muito famoso. Um livro significa que você pensa melhor, fala melhor, escreve e se comunica melhor”.     

Com essa veia da literatura, Marcelo Tas, sempre que pode, está na Flip, claro! Foi ele, por sinal, quem batizou a programação jovem da festa como FlipZona. O assunto é um dos pontos altos desta  entrevista que ele deu por email à Thais Santos. Leia a seguir.
Mas antes, você sabe quem é a Thais? Jovem ativa da FlipZona, 21 anos, nascida carioca mas criada em Paraty e apaixonada por comunicação e literatura, ela é fã de carteirinha da Flip. Está se preparando para atuar com o pique de jornalista na Central FlipZona 2014. E nada mais estimulante para começar do que entrevistar o comunicador Tas.

Tas_Renato Stockler

 Foto: Renato Stockler

Thais – Em 2009, você batizou a Flipzona. Que lembranças você tem do que acontecia na época para chegar a esse nome que, afinal, deu tão certo? Estamos agora no sexto ano, contabilizando  mais de vinte oficinas realizadas e a participação de quase 700 jovens nesse período. Você vislumbrou que o que batizava acabaria sendo um sucesso, agregando uma participação tão ativa?

Tas - O nome surgiu, como quase sempre, depois de muitas tentativas desanimadoras. Senti de cara uma força incrível nele. Era uma tradução para aquilo que nossa equipe buscava traduzir: uma área da Flip provocativa, ultracomunicativa e bem-humorada, que convidasse os jovens a participar. Não tive dúvida que FlipZona traduzia em cheio essa ideia.

Thais – Você tem uma coluna chamada “Pai Laboratório”, onde conta suas experiências como pai. Como seus filhos influenciam seu trabalho?
Tas - Os meus filhos são o segredo da minha conexão com tantas gerações diferentes. Através deles tenho acesso a informações privilegiadas sobre o que eles fazem, pensam e consomem. Aprendo demais com eles, uso muitas coisas que eles me ensinam, não apenas na coluna da revista Crescer, mas na minha vida profissional e no meu entendimento como criatura adulta perdida nesse mundo.

Thais – Em sua opinião, as redes sociais fazem com que os jovens de hoje se interessem menos pela literatura? Você vê uma maneira de fazer um link entre web e literatura? Afinal, dá para fazer os jovens lerem mais?
Tas - Com certeza as redes sociais podem levar os jovens a lerem mais. De certa forma, pelo simples fato de hoje nos comunicarmos mais por escrito, isso já acontece… A atual geração lê mais e escreve mais que a minha, que foi a geração que pirou no telefone. Ficávamos horas e horas pendurados no dito cujo, numa ligação eterna com um amiguinho do outro lado da linha, para loucura dos habitantes da casa que só tinha uma linha de telefone fixo. Ou seja, a literatura pode ganhar muito com as novas tecnologias. Agora, é importante notar que toda essa maravilha de revolução digital é apenas uma coleção de ferramentas. Somos nós que temos que descobrir como usá-las para melhorar a qualidade das histórias que contamos.

Thais – A partir de sua experiência profissional, qual é o seu recado para os jovens da Flipzona 2014?
Tas - Molecada da FlipZona, recebam meu respeito e carinho por expandir com tanta criatividade a semente plantada em 2009. Que vocês mantenham a alegria e o entusiasmo na turma, em meio a  esse vasto mundo iluminado que é a literatura. Este ano, infelizmente, não consigo estar aí. De qualquer forma #TamoJunto. Sempre! Que vocês continuem se divertindo e aprendendo muito na Flip 2014!

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PALAVRA! JÁ NÃO É POSSÍVEL MORRER…

Nossas páginas pessoais na internet não são o que somos, mas o que queremos parecer que somos

Essas e outras reflexões estão neste texto de Eliane Brum, escritora, repórter e documentarista, convidada da Flip 2014, que estará na mesa 1, Poesia & Prosa, quinta-feira, 31 de julho, ao meio-dia, ao lado de Charles Peixoto e Gregório Duvivier.

http://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/26/opinion/1401110703_354594.htmlhttp://ow.ly/xjWjVeliane brum web

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Atriz e escritora Fernanda Torres estreia na Flip

No cinema e na TV – quem não a conhece? – ela é ótima. Em especial, cômica! Mas é na literatura que Fernanda Torres tem se destacado nos últimos meses, desde o sucesso de seu primeiro romance, “Fim”, que já vendeu mais de cem mil exemplares.
Fernandinha, como é conhecida, gostou da experiência. Tanto que vai lançar seu segundo livro, dessa vez uma coletânea de crônicas.

Para saber mais e conhecer as expectativas da atriz na sua primeira participação na Flip, não deixe de ler a entrevista que ela deu por telefone ao jornal espanhol El País, edição Brasil. Siga o link e curta. Foto: Bob Wolfenson

fernanda torres okhttp://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/01/cultura/1398976601_198672.html

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Coleção de cartazes faz a história visual da FLIP

Você, que se liga em comunicação visual, vai gostar de ver neste post os cartazes da Flip, em sua maioria criados pelo ilustrador australiano Jeffrey Fisher.

Cada cartaz guarda em si um universo de possibilidades gráficas que, devidamente analisadas e trabalhadas, acentuam a identidade visual de cada edição da Flip. Paleta de cores, desenhos, formas mais recorrentes, padrão gráfico, tudo isso serve de ponto de partida para a criação das demais peças gráficas e produtos das diferentes edições da Festa Literária.
Em outras palavras: cada cartaz traduz “a cara” de cada Flip.
Se você curte design gráfico, compartilhe essa galeria.

FLIP 2003 2004 FLIP 2005 2006 FLIP 2005 FLIP 2006 FLIP 2007 FLIP 2008 FLIP 2011 FLIP 2012 FLIP 2013 cartaz da Flip 2014

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Quanto mais Millôr, melhor!

Caio Leite, 16 anos, aluno do 2º ano do Curso Normal do Cembra, não sabia nada sobre Millôr Fernandes. No ano passado, interessado em aproveitar melhor a Flip, ele já havia participado do Ciclo do Autor Homenageado. E este ano veio para o primeiro encontro sobre a obra de Millôr, se perguntando: “Mas quem é esse cara?”

Depois de um dia inteiro trabalhando com a turma, nas atividades propostas pelo escritor Leandro Leocadio, Caio saiu entusiasmado. “Pô, achei o Millôr fantástico, o mundo dele era genial, o estilo de escrever, solto, alegre. Foi genial conhecer esse cara que vai ser homenageado na Flip, foi muito importante para minha formação acadêmica. E vai me ajudar a escrever de um jeito mais espontâneo.”

O Ciclo do Autor Homenageado continua no dia 9 de maio
A obra de Millôr Fernandes é o tema do Ciclo de 2014, que acontece em encontros de formação dirigidos a professores, alunos do curso de magistério e interessados em geral, com atividades práticas e teóricas.
Quem dá a formação é o contista, poeta e cartunista Leandro Leocadio, que chegou a trabalhar com Millôr no início dos anos 2000, quando colaborava no jornal O Pasquim. Apaixonado pelas palavras e admirador confesso de Millôr, ele também faz aforismos e haicais geniais, que até inspiraram os cerca de sessenta participantes do primeiro encontro do Ciclo do Autor Homenageado, na Biblioteca Casa Azul. Depois de ter apresentado o livro A Bíblia do Caos, que reúne 5.142 aforismos e haicais de Millôr, ele desafiou a turma a escrever, a partir de cinco temas – C
opa, Eleições, Millôr, Educação e Flip. Os resultados foram geniais. Veja esses aforismos e avalie você mesmo.

Há os que são Flamengo doente. Eu sou Fluminense saudável. (autor: Millôr Fernandes)
Bastou uma foto para instagram a minha vida…(autor: Leandro Leocadio)
No mar de Copa, o futebol, nada. (criação de Benedita, uma das participantes do Ciclo do Autor Homenageado, 2014 )
No meio do caminho havia uma pedra, mas atiraram-na contra o PM. (Cauê, participante do Ciclo)
A educação no Brasil é uma Copa. (Ana Paula, participante do Ciclo)

 Foto: André Azevedo

CICLO AUTOR FOTO 2 PRIMEIRO DIASexta-feira, 25/4/2014, primeiro encontro do Ciclo do Autor Homenageado, na Biblioteca Casa Azul. Foco na obra de Millôr Fernandes, com o experiente autor Leandro Leocadio. 


 

 

 

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Obrigada aos parceiros!

A Biblioteca Casa Azul agradece aos parceiros que contribuíram para o dia alegre, agradável e criativo na Praça São José Operário, durante a ação Biblioteca no Bairro.
Valeu, Casa Escola, Cia de Dança e Arte, Gislana Peçanha, escola Guiomar Schimidt Marques e todos da Ilha das Cobras.

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Mais cenas da Oficina de Grafite

Mesmo com chuva, a ação Biblioteca Casa Azul no Bairro mobilizou jovens e crianças. Quem esteve por lá não perdeu a chance de grafitar, brincar e curtir a terça-feira na Praça São José Operário, na Ilha das Cobras. Fotos: André Azevedo.

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Era uma vez um muro… Cena 2

Galera, problemas de conexão com a internet impediram a atualização do blog ontem, logo após a Oficina de Grafite com o Meton Joffily. Para compensar, segue neste post o “novo” muro da quadra poliesportiva, na Ilha das Cobras. E aguarde no próximo post algumas imagens bacanas do que rolou durante a oficina. Foto: André Azevedo.

E aí, gostou do resultado?

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Era uma vez um muro…

 

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Amanhã, 15 de abril, a Praça São José Operário, na Ilha das Cobras, não será mais a mesma. Grande parte do entorno, muro, bancos, alambrados, vai ganhar um visual descolado, na base da street art - arte urbana pra valer, com a moçada do bairro participando da Oficina de Grafite com o artista de rua Meton Joffily.

A inspiração dessa arte coletiva será a tipografia e as formas que fazem lembrar a obra de Millôr Fernandes, o autor homenageado da Flip 2014. E a grande cena do dia vai ser grafitar esse muro (foto) de 17 m X 1,80 m, lateral à quadra. Repare como ele está hoje, feio, maltratado, sem graça… Amanhã? Surpresa total, com muita cor e traços geniais!

É claro que você não pode perder! Tudo começa às 9 da manhã e segue até 5 da tarde. Além do grafite com o Meton, haverá atividades de leitura e arte também para crianças. A programação faz parte da ação Biblioteca Casa Azul no Bairro da Ilha das Cobras – uma das ações do Ciclo do Autor Homenageado, integrado às ações educativas da Flipinha e FlipZona. Já confirmaram participação os jovens do Cembra e alunos da Promoção Social, Casa Escola, Cia.Dança & Arte Paraty e Escola Municipal Guiomar Schimidt Marques.

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Jovens de Paraty fotografando jovens de Paraty

A galera que participou dos três dias de oficina com o fotógrafo Walter Craveiro adorou a experiência! A presença de todos foi constante durante o curso inteiro (coisa que nem sempre acontece…), com total atenção nas aulas teóricas, que reuniram toques geniais sobre o melhor uso das câmaras digitais, especialmente com relação a ajustes básicos, como iso maior ou menor, por exemplo.

O mestre Craveiro também exibiu imagens de ação de fotógrafos consagrados e vídeos bacanas, que ajudaram a motivar a turma antes das saídas para as aulas  prática, na Praça da Matriz.

Curta alguns bons momentos da oficina, com a moçada registrando manobras incríveis dos skatistas e comprovando que aprendeu muito nas aulas, sempre de olho no foco e buscando o melhor ângulo. É isso, gente! A força jovem da FlipZona, em ritmo de preparação para captar o melhor da Flip 2014, com total apoio e incentivo da Biblioteca Casa Azul.

As duas últimas fotos desse post são de Elison Guns, que disse ter aprendido coisas incríveis na oficina, sobre como clicar imagens de ação. Confira o resultado, parece que ele aprendeu mesmo!

Aula teórica de fotografia, na Casa da Cultura. Oficina de Walter Craveiro.

Aula teórica de fotografia, na Casa da Cultura. Oficina de Walter Craveiro.

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Grafite: essa oficina você não pode perder!

Se liga! Você tem que estar por dentro da programação supermaneira que a Casa Azul preparou para  começar a FlipZona 2014. Pois continue antenado(a)!

Vai ser no dia 15 de abril, terça-feira, a oficina de Grafite com o supermestre Meton Joffily, artista de rua dono de uma criatividade incrível! Que tal se inspirar nele e aprender a soltar seu traço e sua criatividade? Na foto, Meton em plena atividade.

A oficina inclui desenho e (genial!) a pintura de um muro, passando por todas as fases de um grafite: pintura de base, esboço, preenchimento e finalização.
Meton2_editSe você tem 14 anos ou mais, aproveite essa oportunidade e faça parte dessa intervenção urbana coletiva, pintando um muro na Ilha das Cobras, perto da Casa Azul.
As inscrições estão abertas na Biblioteca Casa Azul: são 30 vagas, galera!

Público: alunos e jovens em geral (a partir de 14 anos)
Artista: Meton
Vagas: 30
Local: Biblioteca Casa Azul
Data: 15 de abril
Horário
: das 9 às 17 horas
Inscrições: Biblioteca Casa Azul, à rua João Ayres Martins, 14, Ilha das Cobras

 

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A FlipZona 2014 já espera você!

COMEÇA ESTA SEMANA A
PRIMEIRA 
OFICINA DE FOTOGRAFIA

Programe-se: será nos dias 10, 11 e 12 abril, quinta, sexta e sábado desta semana, a
oficina de Fotografia com Walter Craveiro, fotógrafo oficial da Flip, e Lucia Caetano.
O tema da oficina será a cobertura fotográfica dos jovens em seu território e os skatistas de Paraty.

Público: alunos e jovens em geral (a partir de 14 anos)
Vagas: 30
Local: Casa da Cultura
Horários:
dias 10 e 11, das 14 às 17 horas
dia 12, das 9 às 13 horas
Inscrições: Biblioteca Casa Azul

Integrando o coletivo de ações da FlipZona, o objetivo dessa oficina é a formação de jovens nos princípios básicos da fotografia. Repetindo o que aconteceu no ano passado, a oficina de fotografia deste ano vai selecionar dois jovens do grupo participante como estagiários, para integrar a equipe de fotógrafos da Flip 2014.

Conteúdo das aulas
▪ Você fotografa Paraty e os jovens da cidade
▪ A  câmera, a linguagem e a fotografia
Explorando melhor a sua câmera e a estética fotográfica
▪ Paisagem urbana e arquitetura
A luz e a forma certas, na hora certa
▪ Fotografar Gente
Construindo o retrato com luz e empatia

Mais informações:
Biblioteca Casa Azul
Rua João Ayres Martins, 14
Tel: (24) 3371 7082 

Exposição de retratos de Walter Craveiro nos 10 anos da Flip.

Exposição de retratos de Walter Craveiro nos 10 anos da Flip.

 

 

 

 

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Hora de dar tchau

Não sei se você percebeu, mas este blog ganhou desde segunda-feira, dia 1º, mais de 80 posts feitos pela equipe de jovens da Central FlipZona durante a Flip. Mesas literárias, destaques gastronômicos, entrevistas com celebridades, looks da festa e até as notícias da manifestação: nada escapou do radar dos jovens jornalistas.

Tudo isso com a ajuda do repórter Paulo Saldaña, do jornal O Estado de S. Paulo, e de Ana Liz Justo.

A central ainda produziu 20 vídeos, metade dos quais com a colaboração de Tulio Drumond e Gabriel Duran, do Canal Futura.

O blog continua, mas a cobertura especial da Flip 2013 fica por aqui.

Até mais ;)

Parte da equipe em frente da redação da Central FlipZona, no Centro Histórico

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As formas da derrota: parte 2

“Formas da derrota” foi uma das mesas da Tendas dos Autores, na Flip. Com mediação de João Gabriel de Lima, os autores José Luiz Passos e Paulo Scott falaram e responderam às perguntas do público sobre seus livros e o tema abordado.

O debate foi na quinta e nós também acompanhamos. Passos comentou sobre o livro de sua autoria, “O sonâmbulo amador”, revelando qual foi sua inspiração para escrevê-lo. A história é de um homem fracassado que resolve se acertar na vida.

Passos debateu junto com Scott sobre a narrativa do que deu errado, sobre o fracasso em si. “Escrevo pra mostrar que pessoas que têm coragem arcam com as consequências de suas escolhas”, disse Passos.

Paulo Scott comentou sobre seu livro “Ithaca Road”. Ele leu algumas frases e interagiu com o público com uma linguagem mais informal e divertida. “A minha geração jurou que não cometeria erros, acima de qualquer coisa e falharam. E isso é o principal da história”, diz.

Parece que o público recebeu bem as ideias dos autores. Eles foram muito aplaudidos ao final da palestra, pois conseguiram explicar com clareza sobre seus livros, detalhes da histórias e principalmente o tema central do debate.

Texto: Victoria Gonçalves,de 17 anos, Juan Pablo, de 15, e Iago Sergio, de 15

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