Obrigada aos parceiros!

A Biblioteca Casa Azul agradece aos parceiros que contribuíram para o dia alegre, agradável e criativo na Praça São José Operário, durante a ação Biblioteca no Bairro.
Valeu, Casa Escola, Cia de Dança e Arte, Gislana Peçanha, escola Guiomar Schimidt Marques e todos da Ilha das Cobras.

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Mais cenas da Oficina de Grafite

Mesmo com chuva, a ação Biblioteca Casa Azul no Bairro mobilizou jovens e crianças. Quem esteve por lá não perdeu a chance de grafitar, brincar e curtir a terça-feira na Praça São José Operário, na Ilha das Cobras. Fotos: André Azevedo.

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Era uma vez um muro… Cena 2

Galera, problemas de conexão com a internet impediram a atualização do blog ontem, logo após a Oficina de Grafite com o Meton Joffily. Para compensar, segue neste post o “novo” muro da quadra poliesportiva, na Ilha das Cobras. E aguarde no próximo post algumas imagens bacanas do que rolou durante a oficina. Foto: André Azevedo.

E aí, gostou do resultado?

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Era uma vez um muro…

 

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Amanhã, 15 de abril, a Praça São José Operário, na Ilha das Cobras, não será mais a mesma. Grande parte do entorno, muro, bancos, alambrados, vai ganhar um visual descolado, na base da street art - arte urbana pra valer, com a moçada do bairro participando da Oficina de Grafite com o artista de rua Meton Joffily.

A inspiração dessa arte coletiva será a tipografia e as formas que fazem lembrar a obra de Millôr Fernandes, o autor homenageado da Flip 2014. E a grande cena do dia vai ser grafitar esse muro (foto) de 17 m X 1,80 m, lateral à quadra. Repare como ele está hoje, feio, maltratado, sem graça… Amanhã? Surpresa total, com muita cor e traços geniais!

É claro que você não pode perder! Tudo começa às 9 da manhã e segue até 5 da tarde. Além do grafite com o Meton, haverá atividades de leitura e arte também para crianças. A programação faz parte da ação Biblioteca Casa Azul no Bairro da Ilha das Cobras – uma das ações do Ciclo do Autor Homenageado, integrado às ações educativas da Flipinha e FlipZona. Já confirmaram participação os jovens do Cembra e alunos da Promoção Social, Casa Escola, Cia.Dança & Arte Paraty e Escola Municipal Guiomar Schimidt Marques.

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Jovens de Paraty fotografando jovens de Paraty

A galera que participou dos três dias de oficina com o fotógrafo Walter Craveiro adorou a experiência! A presença de todos foi constante durante o curso inteiro (coisa que nem sempre acontece…), com total atenção nas aulas teóricas, que reuniram toques geniais sobre o melhor uso das câmaras digitais, especialmente com relação a ajustes básicos, como iso maior ou menor, por exemplo.

O mestre Craveiro também exibiu imagens de ação de fotógrafos consagrados e vídeos bacanas, que ajudaram a motivar a turma antes das saídas para as aulas  prática, na Praça da Matriz.

Curta alguns bons momentos da oficina, com a moçada registrando manobras incríveis dos skatistas e comprovando que aprendeu muito nas aulas, sempre de olho no foco e buscando o melhor ângulo. É isso, gente! A força jovem da FlipZona, em ritmo de preparação para captar o melhor da Flip 2014, com total apoio e incentivo da Biblioteca Casa Azul.

As duas últimas fotos desse post são de Elison Guns, que disse ter aprendido coisas incríveis na oficina, sobre como clicar imagens de ação. Confira o resultado, parece que ele aprendeu mesmo!

Aula teórica de fotografia, na Casa da Cultura. Oficina de Walter Craveiro.

Aula teórica de fotografia, na Casa da Cultura. Oficina de Walter Craveiro.

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Grafite: essa oficina você não pode perder!

Se liga! Você tem que estar por dentro da programação supermaneira que a Casa Azul preparou para  começar a FlipZona 2014. Pois continue antenado(a)!

Vai ser no dia 15 de abril, terça-feira, a oficina de Grafite com o supermestre Meton Joffily, artista de rua dono de uma criatividade incrível! Que tal se inspirar nele e aprender a soltar seu traço e sua criatividade? Na foto, Meton em plena atividade.

A oficina inclui desenho e (genial!) a pintura de um muro, passando por todas as fases de um grafite: pintura de base, esboço, preenchimento e finalização.
Meton2_editSe você tem 14 anos ou mais, aproveite essa oportunidade e faça parte dessa intervenção urbana coletiva, pintando um muro na Ilha das Cobras, perto da Casa Azul.
As inscrições estão abertas na Biblioteca Casa Azul: são 30 vagas, galera!

Público: alunos e jovens em geral (a partir de 14 anos)
Artista: Meton
Vagas: 30
Local: Biblioteca Casa Azul
Data: 15 de abril
Horário
: das 9 às 17 horas
Inscrições: Biblioteca Casa Azul, à rua João Ayres Martins, 14, Ilha das Cobras

 

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A FlipZona 2014 já espera você!

COMEÇA ESTA SEMANA A
PRIMEIRA 
OFICINA DE FOTOGRAFIA

Programe-se: será nos dias 10, 11 e 12 abril, quinta, sexta e sábado desta semana, a
oficina de Fotografia com Walter Craveiro, fotógrafo oficial da Flip, e Lucia Caetano.
O tema da oficina será a cobertura fotográfica dos jovens em seu território e os skatistas de Paraty.

Público: alunos e jovens em geral (a partir de 14 anos)
Vagas: 30
Local: Casa da Cultura
Horários:
dias 10 e 11, das 14 às 17 horas
dia 12, das 9 às 13 horas
Inscrições: Biblioteca Casa Azul

Integrando o coletivo de ações da FlipZona, o objetivo dessa oficina é a formação de jovens nos princípios básicos da fotografia. Repetindo o que aconteceu no ano passado, a oficina de fotografia deste ano vai selecionar dois jovens do grupo participante como estagiários, para integrar a equipe de fotógrafos da Flip 2014.

Conteúdo das aulas
▪ Você fotografa Paraty e os jovens da cidade
▪ A  câmera, a linguagem e a fotografia
Explorando melhor a sua câmera e a estética fotográfica
▪ Paisagem urbana e arquitetura
A luz e a forma certas, na hora certa
▪ Fotografar Gente
Construindo o retrato com luz e empatia

Mais informações:
Biblioteca Casa Azul
Rua João Ayres Martins, 14
Tel: (24) 3371 7082 

Exposição de retratos de Walter Craveiro nos 10 anos da Flip.

Exposição de retratos de Walter Craveiro nos 10 anos da Flip.

 

 

 

 

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Hora de dar tchau

Não sei se você percebeu, mas este blog ganhou desde segunda-feira, dia 1º, mais de 80 posts feitos pela equipe de jovens da Central FlipZona durante a Flip. Mesas literárias, destaques gastronômicos, entrevistas com celebridades, looks da festa e até as notícias da manifestação: nada escapou do radar dos jovens jornalistas.

Tudo isso com a ajuda do repórter Paulo Saldaña, do jornal O Estado de S. Paulo, e de Ana Liz Justo.

A central ainda produziu 20 vídeos, metade dos quais com a colaboração de Tulio Drumond e Gabriel Duran, do Canal Futura.

O blog continua, mas a cobertura especial da Flip 2013 fica por aqui.

Até mais ;)

Parte da equipe em frente da redação da Central FlipZona, no Centro Histórico

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As formas da derrota: parte 2

“Formas da derrota” foi uma das mesas da Tendas dos Autores, na Flip. Com mediação de João Gabriel de Lima, os autores José Luiz Passos e Paulo Scott falaram e responderam às perguntas do público sobre seus livros e o tema abordado.

O debate foi na quinta e nós também acompanhamos. Passos comentou sobre o livro de sua autoria, “O sonâmbulo amador”, revelando qual foi sua inspiração para escrevê-lo. A história é de um homem fracassado que resolve se acertar na vida.

Passos debateu junto com Scott sobre a narrativa do que deu errado, sobre o fracasso em si. “Escrevo pra mostrar que pessoas que têm coragem arcam com as consequências de suas escolhas”, disse Passos.

Paulo Scott comentou sobre seu livro “Ithaca Road”. Ele leu algumas frases e interagiu com o público com uma linguagem mais informal e divertida. “A minha geração jurou que não cometeria erros, acima de qualquer coisa e falharam. E isso é o principal da história”, diz.

Parece que o público recebeu bem as ideias dos autores. Eles foram muito aplaudidos ao final da palestra, pois conseguiram explicar com clareza sobre seus livros, detalhes da histórias e principalmente o tema central do debate.

Texto: Victoria Gonçalves,de 17 anos, Juan Pablo, de 15, e Iago Sergio, de 15

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Árvores pedem socorro pelas mãos de ativista

Há 15 anos,  Luiz Bettoni, de 51 anos, de Guaratinguetá, faz ações educativas e ecológicas em escolas e universidades. Hoje pela manhã ele esteve em Paraty para uma dessas ações.

O sistema criado por este ativista foi fazer mensagens com pedidos de socorro e colocar nas árvores. Ele deixa em árvores em vários pontos para que as pessoas as encontrem e as adotem.

O ativista já conseguiu que 1.000 árvores, de várias espécies, tenham sido adotadas. “Recebo e-mail de todo o Brasil de pessoas que adotaram essas árvores. Há 8 anos venho pedindo apoio da cidade Paraty, políticos e da própria Flip. Mas ainda não consegui”, reclama.

Bettoni já recebeu homenagem da Câmara Municipal de Paraty por este trabalho e a TV Rio Sul fez uma matéria mostrando as pessoas adotando as árvores.

Em outros anos, foram feitas mensagens em três idiomas (inglês, português e alemão). O objetivo era que os estrangeiros adotassem a árvore já que eles não podem levá-las para outro país. Mas podem levar as fotos do plantio, que aconteceu de manhã na Praça Matriz.

As ações já foram feitas em São Paulo, Vale do Paraíba, várias cidades do litoral, Rio de Janeiro e algumas cidades de Minas Gerais. Também foi mostrado para o mundo na Rio+20, evento de ecologia que ocorreu no Rio de Janeiro em junho do ano passado. “Para sobreviver com essa ONG, produzo mesas com raiz e restos de madeiras e faço tartarugas e golfinhos com cacos de vidros. Com as vendas, pago parte das despesas da ONG. Gostaria que alguns empresas apoiassem este trabalho que é para o bem de todo o Planeta.”

Texto e Foto: Thalía Oliveira, de 16 anos, e Rafaela Dantas 15 anos.

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Cinezona: venha assistir nossos vídeos às 13h30, na Casa da Cultura

Ao longo da semana, a intrépida equipe da FlipZona produziu um invejável acervo de vídeos sobre muito do que rolou na Flip 2013. Foram produzidos e editados 20 vídeos, metade dos quais sob a orientação de Gabriel Duran e Tulio Drumond do Canal Futura. Também serão exibidas animações do convidado Meton Joffily.

E nesta tarde, às 13h30, essa produção será exibida na Casa da Cultura. É a Cinezona!

A entrada é gratuita. Venha comemorar com a gente!

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A noite foi boa e Paraty acordou de ressaca

Hoje, domingo de manhã, parece que a cidade inteira está de ressaca. Ao passar não só pelas ruas do Centro Histórico, mas também em praticamente todas da cidade, você encontra um vazio.

Onde ontem foi palco de uma multidão, hoje não existe nada. Ressaca coletiva? Talvez. A noite de sábado foi a mais agitada da Flip inteira, com programas para todos os gostos. Uma famosa festa da cidade, o Paraty Fantasy, divertiu os que foram até altas horas da madrugada. Além disso, vários bares também ficaram abertos até tarde. O resultado foi que hoje cedo estava tudo fechado, salvo algumas exceções, como os postos de gasolina, mercados e padarias. As únicas pessoas que começaram a trabalhar desde cedo foram os garis, para juntar a sujeira deixada.

Fui atrás de pessoas que saíram ontem e que já estavam nas ruas logo cedo, mas não foi uma tarefa fácil. Falei com dez pessoas e, dentre elas, apenas uma saiu à noite, mas mesmo assim, não ficou na rua até tarde.

No Margarida Café, famoso bar aqui de Paraty, um funcionário disse que o estabelecimento lotou ontem. “O bom da Flip é que todas as noites temos a casa lotada”, disse ele. Ainda bem que o vazio das ruas de hoje é resultado do sucesso de ontem.

Agora há pouco começou a primeira mesa da Tenda dos Autores e, aos poucos, as ruas começam a ser tomadas pelos turistas.

Texto e fotos: Marianne Aggio, de 17 anos

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Manifestação fecha ponte na frente das tendas da Flip

Ocorreu nesta tarde a terceira manifestação em Paraty, ligada ao movimento Acorda Paraty. Os manifestantes estavam na Avenida principal e caminharam até o Centro Histórico e ocuparam a ponte que dá acesso às tendas da Flip.

Os visitantes que estavam nas tendas ficaram sem ter para onde ir, já que a ponte estava completamente tomada pela multidão. Barcos também estavam presentes nas manifestações e soltaram sinalizadores laranjas em sinal de protesto.

A manifestação atraiu dezenas de fotógrafos e repórteres. Alguns cantavam junto com os manifestantes.

O grupo também havia acendido um sinalizador laranja em frente a câmara municipal, onde sentaram e ficaram um minuto em silencio com mordaças na boca.

O manifesto começou na Praça da Bandeira e acabou na praça em frente a prefeitura, onde também pararam pedindo para o prefeito sair e aparecer para o povo.

Texto: Clara Marques, de 14 anos, Daniela Marsico, de 12, e Sarina Carvalho, de 13

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A divertida expedição pelas ruas das letras (e das pedras)

A “Expedição pelas ruas das letras” é formado pelo ator e escritor Ricardo Napoleão e Lucas Coimbra, que saem pelas ruas do Centro Histórico contando histórias sobre Paraty – mas com muito bom humor. E todos sempre são bem vindos!

O ponto partida da expedição é a porta do Sesc. Depois a performance segue pela rua do fogo, terminando em frente da Igreja de Santa Rita. Ricardo, com roupas coloridas, e Lucas, o sanfoneiro, abordam com divertimento as pessoas e vão contando as histórias. Simultaneamente, seguem interagindo com o público que acompanha.

Ao longo da expedição, eles brincam com a maneira de como os turistas andam pelas ruas de pedra do centro. Além de brincar o tempo inteiro com quem que está ao redor, eles atuam de maneira divertida com uma linguagem informal. Ao final da expedição, Ricardo monta um pequeno teatro com o público sobre a noiva de Santa Rita – uma lenda local.

A expedição foi criada por Ricardo Napoleão nas inaugurações do Sesc, em São Paulo, com o intuito de levar ao público um teatro mais informal, tentando quebrar a normalidade das peças. E Ricardo realmente traz um teatro diferente, feito nas ruas para todos os tipos de públicos.

Com muita simpatia, Ricardo e Lucas conversaram a Central FlipZona. “É a nossa primeira vez em Paraty, viemos para animar a galera que está passando pela rua, sempre improvisando e contanto histórias de Paraty”, diz Lucas, que tem 21 anos e mora São Paulo. Napoleão, que tem 36 anos e também é de São Paulo, diz que a experiência tem sido incrível. “Gostei demais de participar, é incrível. Com certeza pretendo voltar, porque é um evento muito rico. Toda vez que saio às ruas é uma nova experiência, porque o publico é diferente.”

Mas sempre é bom fazer um alerta: dizem que todas que participam da expedição se apaixonam pelo queridíssimo Lucas Coimbra, o sanfoneiro. “Vou amarrar meu burro aqui no Brasil”, disse uma turista argentina depois de ter visto o apaixonante Coimbra.

A última expedição acontece neste sábado, às 20h50.

Para conhecer mais o trabalho de Ricardo Napoleão: http://www.ricardonapoleao.com.br

Texto: Victória Gonçalves e Izabela Fonseca

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Literatura e sedução discute a escrita e leitura na escola

A mesa que teve participação da equipe da Escola SESC de Ensino Médio, de Jacarepaguá, aconteceu na sexta-feira, dia 5, no Auditório FlipZona. O tema era “Literatura e sedução: ler e escrever na escola”.

Estavam presentes o coordenador de linguagens Luíz Fernando Moraes e as professoras Fernanda Freitas e Janaína Brasil, de língua portuguesa e literatura, respectivamente.

Para começar, Fernanda falou sobre o Clube de Leitura, do qual é mediadora ao lado de Vagner Amaro. O projeto nasceu em 2010, quando Fernanda percebeu que seus alunos queriam falar sobre a prática da leitura espontaneamente. “No primeiro ano foram apenas 7 participantes.”, contou ela. Disse ainda que, juntamente com Vagner, seleciona semanalmente textos de uma mesma temática, faz leitura compartilhada com os alunos, conversa sobre a percepção do texto e depois faz uma análise sobre o livro do qual o texto foi retirado.

Ela contou que no primeiro ano do Clube, fizeram atividades e propostas de produção de microcontos e participaram do concurso da Academia Brasileira de Letras. No segundo concurso, a maioria dos alunos escolheu Machado de Assis como tema, daí surgiu a ideia de fazer o livro “Machado de Assis por jovens leitores”. A obra é uma adaptação dos textos do autor para o público jovem. Com ele, participaram do 14º Salão FNLIS.

“Já é o 4º ano do Clube dos Leitores e a próxima proposta é fazermos um livro sobre Lima Barreto por jovens leitores”, contou Fernanda.

Janaína Brasil falou sobre a Oficina da África, que tem como objetivo desconstruir o imaginário ruim sobre a África. Os alunos leem obras africanas e, ao longo do curso, surgiu a vontade de criar um livro sobre o assunto.

A professora de literatura falou também sobre o Laboratório da Leitura. Contou que os alunos devem produzir textos em seis dias, baseados em sua proposta. Depois, ela manda os textos para o e-mail coletivo do grupo. “É um espaço de reflexão crítica”, descreveu. O livro “Por encomenda” surgiu dessa oficina e reúne textos produzidos durante três anos pelos alunos e por ela própria. Janaína contou que já está preparando a segunda edição, que será lançada ainda neste ano e conta com cerca de cinquenta textos.

Eles falaram também sobre a Literópolis, uma festa literária inspirada na Flip. A equipe da escola trouxe 10 alunos para observar o processo de preparação da nossa festa, que servirá de inspiração para a deles. Seguindo o exemplo da Flip, a Literópolis tem um autor homenageado, uma programação infantil e já recebeu renomados escritores.

Além disso, foram exibidos vídeos e curtas metragens, como Capitulina, baseado em Dom Casmurro, e Cinderela, inspirado no conto infantil homônimo, porém com pegada nordestina.

Texto: Clara Marques, 14 anos

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‘Graciliano estaria no meio das manifestações’

Autor homenageado da Flip neste ano, Graciliano Ramos ganhou uma mesa para tratar apenas da sua atuação política. Com a mediação de José Luiz Passos, a mesa Graciliano Ramos: Ficha Política contou com a participação de Randal Johnson, Sergio Miceli e Denis de Moraes.

Eles começaram falando sobre quem foi Graciliano na política de Estado. Segundo Randal Johnson, o livro Vidas Secas relata muito sobre isso. “Ele escreveu mais de 6 textos no jornal de Alagoas sobre a política alagoana da primeira república e o livro Garranchos também fala muito sobre essa política”.

Os três convidados abriram uma pauta sobre a vida de Graciliano e disseram como ele voltou a Palmeira dos Índios, sua cidade natal, onde escreveu o livro São Bernardo. Ressaltaram que Graciliano foi um excelente prefeito para a cidade de Palmeira dos Índios, um ótimo Secretário de Educação e fez um duro combate contra a corrupção.

O autor começou muito tarde na carreira de escritor. Ele passou por um momento muito difícil em sua vida: ficou viúvo com 4 filhos, perdeu um irmão. Foi preso pela ditadura de Getúlio Vargas, acusado de comunismo. Ele não era comunista, mas Sérgio Miceli aponta que ele era “um homem de convicção”. “Vidas Secas fala muito sobre esse legado político e isso tem muito a ver com a época”, completa Miceli. Nas palavras de Denis de Moraes: “Ele era um perfeito intelectual na sociedade cultural”.

Moraes destacou ainda como ele pensava e vivia sua vida sexual, de como era inseguro, ciumento e impotente. Isso fazia com que ele pensasse que sua mulher o traía.
Fazendo um exercício com o tempo, Moraes falou da atualidade do escritor. “Graciliano seria uma referência intelectual hoje em dia e estaria sem dúvida no meio das manifestações, pedindo mais e mais pelo nosso país”.

Texto: Arysa Sá, de 16 anos

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Hippies de Paraty garantem que não são hippies

Em cada esquina de Paraty você encontra vendedores ambulantes, que oferecem artesanatos manuais de palha, que vendem brincos, cordões, colares, pulseiras, entre outros. Aproveitamos para entrevistar alguns deles, como um senhor muito simpático, conhecido como Homem Borboleta.

Seu nome é Tiago Almeida Corrêa,tem 69 anos, e vende presilha de borboletas, cédulas antigas, livros calendários e muitas outras coisas. “O que encontro nas viagens eu pego para vender”, diz ele, que pendura borboletas no rosto. Ele mora em Queimados, na Baixada Fluminense, e quando vem para Paraty fica em pousadas.

Quando perguntamos se ele se considerava hippie, nos respondeu: “De maneira alguma! Hippie para mim são pessoas que querem abusar da liberdade sem responsabilidade, isso pra mim não é liberdade.” Ele também fez uma crítica: “Eu já fui à Tailândia, China, Camboja e muitos outros lugares, já passei fome e fui preso, passei horrores na Colômbia, mas nunca me aconteceu o que houve hoje aqui em Paraty: ser expulso por um fiscal,que me impediu de expor no centro histórico.”

No Centro Histórico, encontramos Pablo, que tem 31 anos, que vende colares e brincos. Ele veio da Argentina e avisa que as aparências enganam: ele não se considera um hippie. “Hippies são pessoas sem dinheiro, que procuram um modo de vida livre”, assim ele descreve.

Além dele também entrevistamos uma artista plástica chamada Maíra Ribeiro, de 23 anos, e também é da Argentina. Ela vende quadros e alugou uma casa para morar aqui temporariamente durante a Flip. Também perguntamos se ela se considera Hippie e ela disse que não: “pelo menos ainda não.”

Texto: Iago Sérgio, de 15 anos, e Juan Pablo, de 15

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Barqueiros iniciam manifestação, que deve seguir até a ponte

Hoje por volta das 9 horas começou um protesto próximo ao cais. A manifestação é a favor dos caiçaras marinheiros, mas que também reivindicavam outros temas, como a melhoria da educação, transporte de qualidade a preço justo, na segurança e não à corrupção. Está marcado para as 13 horas o início de uma passeata que deve seguir até a ponte, ao lado das tendas da Flip.

Eles fecharam a entrada do local para impedir que que turistas entrassem nas escunas. Muitos barcos de passeio ficaram impedidos de sair.

Wagner, um dos protestantes, que trabalha em uma baleeira ,disse que “as escunas tiram todo o lucro e poluem todo o mar e as baleeiras não estão lucrando mais”. Conversando com Sidi, que já trabalha há 25 anos como barqueiro, soubemos que a concorrência é desleal com os barqueiros. Ele fala que as escunas não colocam marinheiros em quantidade suficiente para o número de passageiros.

Os manifestantes também reclamam das condições do cais, “que está caindo aos pedaços e muitos se machucam com pregos”.

Os turistas, mesmo impedidos de fazer seu passeio de barco, apoiaram os manifestos. Como Rosie, que acha justo, mesmo que ela se sinta prejudicada. “O Brasil está sofrendo mudanças.”.

Texto: Daniela Marsico, 12 anos
Fotos: Rafaela Dantas, 15 anos

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Lobão fala de rock e manifestações

A FlipMais é um evento paralelo da Flip, que acontece na Casa Da Cultura. Na noite de ontem, houve um debate sobre rock, MPB e culturas populares com o cantor Lobão e o crítico André Barcinski. Lobão, que recentemente lançou o livro “Manifesto do nada na terra do nunca”, falou sobre um dos fatos ocorrido no seu livro, como uma entrevista que fez em uma festa country em São Paulo.

O cantor e escritor lembrou também que nos anos 60 era muito difícil ser músico e cantar rock, “Para comprar uma pele de bateria naquela época você tinha que dar suas calças”.

Lobão falou da época em que apoiava um partido, lembrou que foi em programa de TV antes das eleição e tirou a blusa com vários bottons do mesmo. Ele disse que lamenta e se arrepende muito de ter feito isso. Em um momento da conversa, revelou que não gosta de músicas feitas para manifestações. “Revanche é uma música que eu me arrependo de ter feito”, diz.

Já André Barcinski falou sobre o quanto é dfícil separar música e música gravada. “Música é arte, música gravada é comércio” disse ele. A conversa foi muito descontraída, com muitas risadas do público. A plateia também tinha direito a perguntas, respondidas por ambos. Eles leram um trecho do livro e no fim Lobão, sempre simpático, foi para a mesa de autógrafos.

Texto e foto: Luana Arnaldo, 18

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Onze homenageados, quem será o próximo?

Como sabemos, Graciliano Ramos é o autor homenageado da 11ª edição da Flip. Saímos às ruas para perguntar ao público da festa quem deve ser o escolhido para o próximo ano. Chico Buarque, Cecília Meirelles e Clarice Lispector foram alguns dos mais citados.

Tatiana, de Porto Alegre, gostaria que a festa fosse dedicada à Clarice Lispector. Ela não sabia que a autora foi a estrela de 2005. Tatiana disse ainda que adoraria ver a autora Miranda July por aqui, divulgando seus livros.

Marianne, de 17 anos, declarou torcer para que Cecília Meirelles ganhe a homenagem, já que é uma autora de peso na literatura brasileira. Sobre o cantor que gostaria de ver no show de abertura, escolheu Chico Buarque.

Você se lembra de todos os autores que já foram homenageados na Flip?

2003 – Vinícius de Moraes
2004 – Guimarães Rosa
2005 – Clarice Lispector
2006 – Jorge Amado
2007 – Nelson Rodrigues
2008 – Machado de Assis
2009 – Manoel Bandeira
2010 – Gilberto Freyre
2011 – Oswald de Andrade
2012 – Carlos Drummond de Andrade
2013 – Graciliano Ramos

Texto: Clara Marques, 14 anos
Imagens: reprodução de - atrativoweb.com, catracalivre.com.br, o2filmes.com.br, sportv.globo.com, 

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