Mutação de Apoteose na Flip

A equipe Jovem Repórter fez a cobertura audiovisual do show Mutação de Apoteose, que abriu a 17ª Flip – Festa Literária Internacional de Paraty. Dirigido por Camila Mota e Universidade Antropófaga, o espetáculo contou com a participação de crianças e jovens de Paraty, num trabalho que resultou das oficinas de teatro e música do Programa Educativo da Flip que aconteceram no período pré-Flip.©ColetivoJovemRepórter

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Você sabe o que é slam?

A equipe do Laboratório Criativo Audiovisual foi fazer essa pergunta à dramaturga e performer britânica Joelle Taylor, fundadora da SLAMbassadors UK e artista convidada da Residência Slam, formação prática do slam realizada para jovens paratienses. A atividade faz parte do Programa Educativo da Flip e aconteceu na Biblioteca Comunitária Casa Azul, na Ilha das Cobras, durante os dias 1 e 10 de julho. As oficinas incentivam a produção de poesia performática, preparando os participantes para o Slam da Língua Portuguesa que vai acontecer durante a Flip no dia 12. O projeto conta com fomento do Programa Pontes, parceria do Oi Futuro e do British Council.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Estouro da boiada

Os jovens participantes do Laboratório Criativo de Audiovisual, oficina que integra a programação da #FlipZona e do #EducativoFlip realizaram a cobertura em vídeo dos ensaios da apresentação Estouro da Boiada, espetáculo de abertura da #Flip2019,  coordenado pela atriz e diretora teatral Camila Mota. Os ensaios abordaram a obra de Euclides da Cunha pela perspectiva do teatro, com dinâmicas de leitura em coro, compreensão de texto, confecção de figurinos, criação de cenas e exercícios de canto e dança. Assista:

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Central FlipZona 2019: faça aqui sua inscrição

Veja as atividades que a FlipZona preparou para este ano de 2019 e garanta já a sua vaga, preenchendo o formulário no link abaixo:
https://pt.surveymonkey.com/r/PJ97C92

Laboratório Criativo de Audiovisual (LAC)
Data: 05 a 08 de julho, das 13 às 18h (pré-Flip)

Em parceria com a BBC Brasil e o Instituto Asas, o esquenta da Central FlipZona começa já no período pré-Flip, com o Laboratório Criativo de Audiovisual, oficina de vídeo que vai integrar a vida e obra de Euclides da Cunha e as variadas temáticas discutidas na Flip ao território e ao cotidiano de Paraty.

Jovem Repórter na FLIP
Data: 10 a 14 de julho, manhã e tarde (durante a Flip)

Pelo terceiro ano consecutivo, o projeto Jovem Repórter vai possibilitar aos jovens de Paraty experimentar as várias etapas de uma verdadeira cobertura jornalística multimídia. Jornalismo, entrevistas, vídeo, fotografia fazem parte da programação, que este ano traz ainda conteúdos ligados à educação midiática, como fake news.

Vagas limitadas!
Faixa etária: de 13 a 20 anos

 

 

Publicado em Flip2019 | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Amargura em todos os gestos

Transcriar, para o poeta e crítico literário Haroldo de Campos, é criar a partir do que se quer traduzir. É reinventar sentidos, com base no que uma outra pessoa escreveu ou narrou.

Pois foi a partir da imersão na poesia de Hilda Hilst que o Coletivo Jovem Repórter conseguiu inspiração para a transcriação do poema Amargura em todos os gestos, da autora homenageada na Flip 2018.

O roteiro foi criado colaborativamente pela turma de 22 de jovens, que pôs a mão na massa para realizar cada etapa de todo o processo audiovisual: do corte das batas que serviram de figurino – feito no capricho pela Marina Alonso –, à escolha dos trechos de poemas escritos à mão nas vestimentas, das músicas, a produção da cenografia, a locação das filmagens… tudo foi elaborado com muita criatividade, e conduzido pelos próprios jovens.

Depois, chegou a hora de sair pelas ruas de Paraty, para as gravações. No caminho, turistas e paratienses deixavam suas marcas em poesias e frases escritas nas túnicas criadas pelos jovens. Ao final, para encerrar com chave de ouro, o vídeo Amargura e algumas produções audiovisuais da equipe Jovem Repórter foram exibidas no Telão da Praça.

Acompanhe aqui o registro do processo criativo e o vídeo produzido pelo Coletivo.

 

Publicado em Flip2018, flipzona, Fotos, Hilda Hilst, Videos | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Jovem Repórter 2018: contato com Hilda e muito mais

Entrevistas com Ruy Castro, Conceição Evaristo e Zeca Baleiro e produções baseadas no trabalho da escritora Hilda Hilst e da slammer pernambuca Bell Puã. Durante os cinco dias de Flip 2018, a equipe Jovem Repórter aproveitou cada momento da festa literária, arregaçou as mangas e deixou a marca da juventude paratiense nas produções realizadas.

Em tão poucos dias, se emocionaram com a poesia dilacerante de Bell,  se divertiram com a escritora russa Petruchévskaia, perambularam pelo patrimônio histórico e natural de Paraty nas oficinas de fotografias ministradas pela equipe do Iphan, acompanharam o cortejo das escolas, debateram sobre informação e desinformação nas oficinas de jornalismo realizadas nos gramados da Praça da Matriz, e visitaram várias casas parceiras.

Amargura em todos os gestos

Contato, Hilda!

Entrevista com Zeca Baleiro

Entrevista com Conceição Evaristo

Da Perdas, Bell Puã

Da Poesia, Hilda Hilst

Cortejo das Escolas

Publicado em Flip2018, flipzona, Fotos, Hilda Hilst, Videos | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Cortejo das escolas

Durante a Flip 2018, na sexta-feira 27 de julho, as escolas e bibliotecas comunitárias participantes do Ciclo Literatura e Território, realizado pelo Educativo Flip, fizeram um cortejo pelo Centro Histórico com os estandartes que produziram. O Coletivo Jovem Repórter estava lá e cobriu, com fotos e vídeo. Confira.

 

 

Publicado em Flip2018, flipzona, Fotos, Videos | Deixe um comentário

Lima Barreto, pelo Coletivo Jovem Repórter

A Cartomante, de Lima Barreto, é um conto de narrativa curta, que prende, do começo ao fim, a atenção do leitor, atraído pela corriqueira situação conjugal. Um casal em dificuldades financeiras, o marido trabalha e ganha pouco, enquanto a mulher, que ajuda com trabalhos domésticos, sai diariamente para lavar, passar e cuidar das casas alheias. Dinheiro curto, o marido arrisca-se então numa cartomante.

O final? Você vai ver na recriação livre do conto, realizada pelo Coletivo Jovem Repórter durante a Flip 2017.

Todas as etapas – do roteiro ao figurino, passando pela produção, pela fotografia de cena, a escolha das locações, do elenco, da trilha sonora – foram planejadas e executadas pelos próprios jovens, durante as oficinas de audiovisual ministradas pelos educadores Saulo Velasco e Wilq Vicente, do Instituto Asas Comunicação Educativa, organização parceira da FlipZona.

Publicado em Flip2017, flipzona, Lima Barreto, Videos | Marcado com , , , , | Deixe um comentário

Os Bruzundangas

Bruzundangas. Foi assim, com um cartaz onde se lia esta palavra, que começou a nossa oficina. Cada um então, munido de papel e lápis, deveria criar, livremente, um verbete para definir o termo, utilizando a estranheza sonora da palavra como elemento para soltar a criatividade. A partir daí, a equipe Jovem Repórter começou a conhecer um pouco mais esta obra de Lima Barreto, “Os Bruzundangas”, romance publicado postumamente, em 2013.

Nos textos lidos, reconheceram um país, uma sociedade e seu corpo político, de uma terra onde “não há lá homem influente que não tenha pelo menos trinta parentes ocupando cargos do Estado; não há lá políticos influentes que não se julguem com o direito a deixar para os seus filhos, netos, sobrinhos primos gordas pensões pagas pelo Tesouro da Republica”. Qualquer semelhança, não é mera coincidência.

Daí, para a ideia de sair às ruas para entrevistarem a gente que ocupava as ruas de Paraty, foi um pulo. O resultado? Não poderia ser melhor. À altura do gênio Lima Barreto. Confira no vídeo abaixo.

 

Publicado em Flip2017, flipzona, Lima Barreto, Videos | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Jovem Repórter 2017: porque quem fica parado é poste!

Ninguém aqui estava pra brincadeiras! Foram 12 produções audiovisuais realizadas em apenas cinco dias. Durante o período da 15ª Flip, de 26 a 30 de julho de 2017, a equipe Jovem Repórter (JR), formada por 25 jovens paratienses, não descansou. As oficinas começavam às 9 da manhã e até às 8 da noite ainda tinha gente querendo sair pra documentar a noite ao redor da Praça da Matriz ou as festas embaladas pela lua que pipocavam pela região.

E, como brincadeiras fazem sempre parte do jogo, claro, a turma JR da Flip 2017 divertiu-se a valer nas oficinas que ocuparam a sede da FlipZona, no Centro Histórico, mas também as ruas de Paraty. Entre os destaques das produções realizadas pelos jovens, além da transcriação A Cartomante, baseada num conto de Lima Barreto, estão: o divertido curta Os Bruzundangas, feito a partir de entrevistas captadas nas ruas de Paraty; a entrevista exclusiva com dona Diva Guimarães, que emocionou o público Flip durante a mesa de Lázaro Ramos; e o bate-papo da jovem repórter Nathalia Moreira com a escritora portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida, autora de Esse Cabelo, a Tragicomédia de Um Cabelo Crespo que Cruza Fronteiras.

Clique aqui para ver as fotos da turma.

E confira abaixo as produções audiovisuais de 2017:

A Cartomante

Os Bruzundangas

Entrevista com o público da Flip

Entrevista com dona Diva Guimarães

Cortejo literário com a escritora Djaimilia P. de Almeida

Território Ler o Mundo, entrevista com os professores e poetas Prisca Agustoni e Edmilson Pereira

Cortejo Literário com Noemi Jaffe

Território Flip: todas as idades

Cortejo Literário com o escritor paratiense, Flávio de Araújo

Cortejo Literário com o escritor Ovídio Poli Jr.

Cortejo Literário com o escritor Julián Fuks

Mesa Aldeias, com a líder quilombola, Laura Maria dos Santos, e a líder guarani Ivanildes Kerexu da Silva

 

 

Publicado em Flip2017, flipzona, Videos | Marcado com , , , , , , | Deixe um comentário

Mulheres literárias

Por Leandro Leite Leocadio, Alice Alcântara, Jéssica Maximiano*

Quando falamos sobre literatura brasileira, alguns nomes de poetas surgem quase que instantaneamente na memória. Encontramos em nossos arquivos mentais nomes consagrados de nossa poesia, como Carlos Drummond de Andrade, Mário Quintana, Castro Alves e Vinicius de Morais. Porém, é curioso observar a predominância de nomes masculinos, como se a literatura fosse exclusivamente dos homens. Sabemos que isso não é verdade.

Por que esse apagamento? Sabemos que historicamente as mulheres ficaram à sombra dos homens e na literatura não foi diferente. Nem mesmo grandes nomes da historiografia brasileira retratam grandes autoras, embora as mulheres estivessem desde muito tempo produzindo literatura. Com o tempo, algumas escritoras foram conseguindo seu espaço e acabaram se consagrando, como Cora Coralina, Rachel de Queiroz, Cecília Meireles, Hilda Hilst. À margem da consagrada poesia brasileira, encontramos nomes como Francisca Júlia e Ana Cristina Cesar e muitas outras que talvez você nunca tenha ouvido falar.

A décima quarta Festa Literária Internacional de Paraty vem homenageando a poeta Ana Cristina Cesar, uma grande escritora brasileira. Além dela, houve apenas duas outras mulheres homenageadas pelo evento. Essa homenagem é importante, pois incentiva o público a ler e conhecer mais as autoras desse gênero nada frágil da literatura brasileira.

Seria a literatura feminina menos interessante do que a masculina? Bom, como resposta a essa pergunta, oferecemos alguns poemas de nossas injustiçadas poetas. Boa leitura!

FISIONOMIA

Fisionomia
não é mentira
é outra
a dor que dói
em mim
é um projeto
de passeio
em círculo
um malogro
do objeto
em foco
a intensidade
de luz
de tarde
no jardim
é outrart
outra a dor que dói

Ana Cristina Cesar

ÁRIAS PEQUENAS. PARA BANDOLIM

Antes que o mundo acabe, Túlio,
Deita-te e prova
Esse milagre do gosto
Que se fez na minha boca
Enquanto o mundo grita
Belicoso. E ao meu lado
Te fazes árabe, me faço israelita
E nos cobrimos de beijos
E de flores
Antes que o mundo se acabe
Antes que acabe em nós
Nosso desejo. 

Hilda Hilst

NOTURNO

Pesa o silêncio sobre a terra. Por extenso
Caminho, passo a passo, o cortejo funéreo
Se arrasta em direção ao negro cemitério…
À frente, um vulto agita a caçoula do incenso.
E o cortejo caminha. Os cantos do saltério
Ouvem-se. O morto vai numa rede suspenso;
Uma mulher enxuga as lágrimas ao lenço;
Chora no ar o rumor de misticismo aéreo.
Uma ave canta; o vento acorda. A ampla mortalha
Da noite se ilumina ao resplendor da lua…
Uma estrige soluça; a folhagem farfalha.
E enquanto paira no ar esse rumor das calmas
Noites, acima dele em silêncio, flutua
O lausperene mudo e súplice das almas.

Francisca Júlia

*cobertura feita pela Central FlipZona

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Histórias de arrepiar

*cobertura feita pela Central FlipZona

Quem nunca teve medo do bicho papão que atire a primeira pedra!

A mesa aconteceu no sábado, 2/7, às 10h30, no auditório da Casa da Cultura, mediada pelos escritores Leandro Leite Leocadio, Alexandre de Castro Gomes e Ernani Ssó, abordando como tema contos infantis de terror.

Aliás, durante o bate-papo, Alexandre esclareceu a diferença entre terror e horror. O terror cria expectativa e suspense. Já o horror deixa o leitor com cara de azedo. Dá nojo ou repulsa. Foram expostos também os desafios de escrever para o público infantil. De uma maneira descontraída, os autores mostraram aos presentes que o livro destinado às crianças deve ter a mesma qualidade dos destinados aos adultos.

Quando começou a criar histórias de terror para a garotada, Ernani Ssó se inspirou em algo que marcou sua infância: o medo de bruxas. Já Alexandre usou a mistura do folclore brasileiro e os contos que contava a seus filhos. Mas também o influenciou as narrativas que seus filhos contavam para ele.

O mercado editorial também foi um dos assuntos abordados. Para levantar tal questão o mediador Leocadio cunhou um termo ao vivo e a cores: “pedagocentrismo”, representando a falta de liberdade literária do autor brasileiro, que hoje se vê obrigado a escrever um livro que possa ser resumido em uma frase moral, para o uso didático, sem alguns elementos de natureza polêmica, como a religião, a discussão sobre gêneros e sexualidade etc. Sobre isso, Ernani argumentou que, em sua opinião, se o livro pode ser resumido em uma só frase, não é um bom livro. Os componentes da mesa concordaram que a Literatura é arte e não tem função pedagógica, obrigação essa dos livros didáticos e paradidáticos. No final das contas, segundo Alexandre, para escrever um livro infantil é preciso, antes de mais nada, escrever para a sua própria criança interior.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Sombras de Caco Barcellos

As aventuras e desventuras da nossa equipe seguindo o criador do Profissão Repórter

Por Leandro Leite Leocadio, Gisele Pacheco e Nathália Moreira*

Numa inocente manhã de Flip, caminhávamos para a cobertura de mais uma oficina da FlipZona sem imaginar o que estava por vir. O workshop, que aconteceu na última quinta-feira, dia 30, às 9h30, no Parque Hotel Perequê, contou com a presença da editora Janaina Pirola e dos repórteres Caco Barcellos, Caio Cavechini e Estevan Muniz. A equipe falou um pouco sobre os bastidores do programa Profissão Repórter, suas experiências e deu algumas dicas e ideias para a galera.

Ao final do evento, nossos atrevidos jornalistas pediram a permissão da turma do Profissão Repórter para segui-los por 24 horas, começando naquele momento. E o pior aconteceu: eles aceitaram! Sentimos na nossa própria pele as agruras e tormentas da profissão. Perseguimos nossas vítimas por todas as pedras do centro histórico, acompanhando as mesas, entrevistas e demais lugares pelos quais passavam. Verdadeiros stalkers!

Uma das paradas foi na Tenda dos Autores, onde Caco Barcellos compôs a mesa “Os olhos da rua” com o jornalista britânico Misha Glenny. O bate-papo foi muito enriquecedor. Caco, com quem já temos essa intimidade, argumentou que os trabalhadores de baixa renda conhecem muito mais a realidade do que os mais afortunados. E, deste ponto, inevitavelmente, o assunto descambou para as drogas. Misha, que já morou na favela da Rocinha, defendeu a tese de que quem proíbe as drogas é a favor do tráfico.

Na sexta, nossa vida de stalkers acabou. Nossos pés agradeceram. Nossos cabelos exigiam pentes. Nossos sonhos pediam trégua. Nossos corpos, uma cama. Mas logo voltamos ao trabalho, que sonho de repórter não pode esperar!

Só hoje, sábado de sol, conseguimos alugar um caminhão pra levar a galera pra comer feijão e escrever este texto. E quem aparece aqui, nesta central, neste exato momento: ponto de interrogação. Tcharan! A equipe do Profissão Repórter! Que nos concedeu uma entrevista exclusiva e trocou uma ideia com a nação FlipZona.

*cobertura feita pela Central FlipZona

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

CineZona encerra as atividades da Central FlipZona 2016

video3Trecho de um dos curtas produzidos

O CineZona, a exibição dos curtas produzidos pela Central FlipZona durante os dias de cobertura da Flip, encerrou neste domingo as atividades de 2016. Neste ano, a Central contou com uma equipe de trinta jovens paritienses, entre 12 e 18 anos, que trabalharam para a realização de doze pautas audiovisuais. Feminismo e a importância da mulher na literatura estiveram no eixo central dos vídeos.

Sob coordenação de Pauline Batista e Matheus Costa, os jovens fizeram entrevistas, pensaram em trilha sonora e trabalharam em uma edição afinada dos filmes. A equipe também produziu um material sobre o programa Profissão Repórter, da Globo, ao acompanhar o jornalista Caco Barcellos por um dia na Flip. Literatura independente e a história da Flipinha, programação voltada às crianças, também foram temas de curtas.

O evento também contou com a exibição de outros filmes produzidos por coletivos da cidade, como “A procura”, produzido em Paraty Mirim com o apoio do programa de pedagogia global “Imagens em movimento”.

Todo o conteúdo produzido pela Central FlipZona nos dias de Flip será publicado, nos próximos dias, nos seguintes canais:
flipzona.wordpress.com/
instagram.com/flipzona
www.youtube.com/FlipZona
Snapchat: tvzona007

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Seu software está desatualizado. Leia este artigo. (recomendado)

Por Leandro Leite Leocadio, Thalía Oliveira, Nathália Moreira*

Para atingir um bom trend ou bastante regram, dá um google trends, vai no visualhunt, faz um canva, um pouquinho de picmonkey e, pronto, aí é só subir. Além disso, marcar um hootsuite ou dar um tweetdeck pode ajudar. Posta um snap e vai na hashtag. Pra bombar mesmo, faz um crowdfunding no kikante ou no catarse. Depois é só dar um google alerts e um pagerank e torcer!

Se você não entendeu nada do que foi dito até agora, atualize seu software. E foi esse o objetivo da oficina MÍDIAS SOCIAIS, ministrada pelos muito-gente-como-a-gente Carlos Alberto Ferreira e Daniela Pereira na quarta-feira, às 15h, no auditório da Casa da Cultura. O evento foi promovido para o público jovem, que participou ativamente.

Logo de início, Carlos e Daniela mostraram toda a sua simpatia ao desconstruir o formato original de palestra para uma roda de conversa. Naquela tarde, mesmo os jovens mais atualizados descobriram redes sociais e ferramentas que ainda não conheciam. O bate-papo foi tão íntimo, que até segredos foram revelados. Quando o Snapchat foi citado, um jovem não se conteve e brincou: “MANDA NUDES!”

Nós da Central FlipZona vamos quebrar o galho da galera e liberar algumas das dicas sensacionais dadas durante o workshop. Bota a cara no sol, mona! Dorme com um barulho desses:

  1. Use no máximo até 3 hashtags por postagem. Acima disso é micão. #vamosparardepagarmicão #vaicomcalma #queissomana
  2. Para ser famosinho na web, é legal fazer no mínimo duas postagens de manhã, duas à tarde e duas à noite.
  3. Não use “kkkkk”, “rsrsrsrs” ou “shusahsuhlsfkufa”. Suas emoções devem transparecer em suas imagens e textos.

Se você #amouessasdicas e está se lamentando por não ter participado dessa oficina, fique ligado! Haverá outra oportunidade neste domingo, às 14h30, no auditório da Casa da Cultura: Escrita e empoderamento para meninas, com os palestrantes Laura Folgueira e Martha Lopes.

*cobertura feita pela Central FlipZona

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

FlipZona traz discussão sobre a literatura fora do eixo Rio-São Paulo

27408286784_fa2fcb8ab4_z

Diego Moraes, Márcio du Coqueiral e Jéssica Oliveira conversam na mesa “Romance Periférico” (foto de André Conti)

A mesa “Romance Periférico” encerrou o Ciclo Páginas Anônimas na tarde desta sexta, na Casa da Cultura Câmara Torres. Mediada pelo escritor Marçal Aquino, a conversa uniu três jovens para discutir como é escrever fora dos grandes centros.  Diego Moraes (Manaus), Márcio du Coqueiral (Aracaju) e Jéssica Oliveira (Nova Iguaçu – RJ) constroem suas obras em um novo cenário editorial, que permite publicações independentes e conta com a internet como ferramenta de divulgação.

Ainda no início da conversa, Marçal Aquino questionou os escritores sobre o lugar da verdade em seus textos. Márcio contou como usa a própria vida e a observação do espaço ao seu redor para escrever.  O autor gosta de tirar as pessoas de suas zonas de conforto e retratar a violência. Em quase oposição,  Diego disse que não há nenhuma verdade no que escreve, pois sua diversão está justamente em mentir para o leitor: “Literatura é uma mentira com asas.  Eu escrevo sobre algo que vai me fazer sentir bem, mesmo que não tenha acontecido.” Já Jéssica capta tudo que escuta ao redor e gosta de impor uma voz ao seu texto.

Seguindo a discussão, os autores falaram sobre como se identificam com suas cidades na hora de escrever. Jéssica é apaixonada por Nova Iguaçu. “Esse é o Rio de Janeiro que eu escolhi escrever”. A autora recomendou que todos fossem ao local para ver as histórias que surgem de lá. Já Diego disse se identificar mais com São Paulo do que com Manaus, a cidade onde nasceu e mora até hoje. Encerrando, Márcio falou sobre como ama Sergipe e Aracaju e que, mesmo se não fosse nascido lá, iria querer escrever sobre o local. Para ele, a literatura não tem que ter RG, mas ao mesmo tempo é preciso enxergar o valor dos territórios ao redor.

O Ciclo Páginas Anônimas contou com curadoria compartilhada entre a Flip e a Globo.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Parte da programação da FlipZona, Ciclo Páginas Anônimas tem mesas sobre poesia e crônica

13534444_1032594320158292_1046602810_nA mesa “O universo ao meu redor” trouxe jovens cronistas à FlipZona (foto de FlipZona)

A abertura do Ciclo Páginas Anônimas, parte da programação da FlipZona, reuniu três novos poetas brasileiros que marcam presença em saraus, redes sociais e publicações independentes, na mesa “Novos donos da poesia”, realizada na Casa da Cultura Câmara Torres.

Mel Duarte (São Paulo), Allan Jonnes (Aracaju) e Flávio Araújo (Paraty) foram mediados pela jornalista Bianca Ramoneda, que os apresentou: “É uma poesia nova e que se renova. É uma poesia que se multiplica e que está viva. É uma poesia que se publica com palavras ao vento.”

Os poetas ressaltaram a importância da oralidade em seus poemas. Mel Duarte comentou como foi sua primeira vez em um Sarau: “Percebi que existiam outras pessoas que me entendiam, que falavam a mesma língua e tinham as mesmas inquietações.” Já Flávio Araújo contou sobre como as histórias do pai pescador contribuíram para sua formação poética.

Allan Jonnes questionou sobre a importância da poesia em transformar o olhar: “O mundo vem com um excesso de informação e é preciso digerir. Fazer poesia é fazer esse exercício repetidas vezes, até que o resultado seja um novo olhar sobre as coisas comuns”, conta.

“O universo ao meu redor”

A segunda mesa do dia, “O universo ao meu redor”, aconteceu no início da tarde, também na Casa da Cultura Câmara Torres, e uniu quatro jovens cronistas. Rodrigo Fonseca mediou a conversa com Cesar Gouveia da Silva (São Paulo), Gabriela Marsico (Paraty), Edu Carvalho (Rio de Janeiro) e Kammal João (Rio de Janeiro). Juntos, eles falaram sobre a importância do espaço urbano para as trocas culturais.

Edu Carvalho, jornalista comunitário da Rocinha, comentou a importância de escrever com empatia sobre o local onde vive. “Com a crônica, não há barreiras. Se houver alguma, a gente derruba.” Já Kammal João, que trabalha com ilustração e texto, revelou que é inspirado pelo Rio de Janeiro, onde convivem natureza e caos urbano. Para Gabriela Marisco, a riqueza da cidade está no fato dela concentrar pessoas heterogêneas dentro de um mesmo espaço de convivência, permitindo trocas. Cesar Gouveia completou: “Sem os encontros que acontecem nas cidades, nós não criaríamos o que estamos criando.”

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

FlipZona recebe oficina de audiovisual com equipe do Profissão Repórter

WhatsApp-Image-20160630Oficina de audiovisual da FlipZona conta com a presença da equipe do Profissão Repórter (foto de Pauline Batista)

Hoje, as atividades da FlipZona começaram cedo e com muita animação. A sala do Parque Hotel Perequê estava cheia: eram quarenta jovens paratienses de 12 a 18 anos prontos para receber a equipe do Profissão Repórter. A oficina de audiovisual contou com a presença de Caco Barcellos, Caio Cavechini, Estevan Muniz e Janaína Pirola, que mostraram um panorama dos 10 anos do programa. “Normalmente, com o nosso programa, a gente invade a casa de vocês. Hoje é a vez de vocês invadirem a nossa praia”, comentou Caco no início da atividade.

Janaína falou sobre como cobrir os bastidores da reportagem é uma forma de evitar o texto. Ao optar por contar o processo de produção, é possível mostrar, com imagens, as emoções de cada um envolvido sem que isso precise ser falado. Já Caio e Estevan destacaram o processo de escolha de uma pauta. Para Caio, o repórter tem o compromisso de imaginar como um assunto pode gerar situações. Estevan completou dizendo que ao encontrar um tema,  o foco deve ficar nele.  Depois disso, a equipe inteira discutiu pautas diretamente com os jovens presentes para inspirá-los a produzir suas próprias reportagens.

Nathália Moreira, da Central FlipZona, disse: “Adorei a forma como eles trataram a gente. Foi uma interação bem íntima.” Já Gabriel Costa aprovou a ideia de não fazer jornalismo sensacionalista: “É legal fazer isso de procurar histórias reais ao invés de forçar as coisas.”

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Oficina de mídias sociais abre a programação da FlipZona 2016

WhatsApp-Image-20160629A Central FlipZona participou hoje da oficina de mídias sociais (foto de Central FlipZona)

Você já parou para pensar em como as redes sociais se tornaram parte dos nossos dias? Aqui no Brasil, são mais de 95 milhões de brasileiros com acesso à internet, que geram mais de 100 milhões de perfis no Facebook, 40 milhões no Twitter e 29 milhões no Instagram. Nesses meios, todos são possíveis criadores de conteúdo e, ao mesmo tempo, podem consumir e conversar sobre seus assuntos e perfis favoritos.

Esse foi apenas o início da conversa de Carlos Alberto Ferreira, executivo de mídias sociais da Globo, e Daniela Pereira, gerente de relações com o telespectador, com os trinta jovens que participam da Central FlipZona, redação jornalística gerida por alunos e monitores paratientes. A oficina de mídias sociais faz parte de uma programação oferecida em parceria com a emissora.

Durante a atividade, Carlos Alberto contou sobre como a Globo está usando as mídias sociais para aproximar o público e transcender a experiência televisiva. Em uma internet cheia de fotos de bichinhos e bebês, além de muitas notícias simultâneas, os palestrantes mostraram como é desafiador fazer um conteúdo relevante. A dica final de Carlos e Daniela foi: para fazer uma boa comunicação digital é preciso gostar de gente.

Os jovens da Central sabem bem. Agora, tudo isso será colocado em prática: focada em produção audiovisual, a cobertura da Flip pela FlipZona vem aí.

Acompanhe pelos canais:
http://instagram.com/flipzona
https://www.youtube.com/FlipZona
Snapchat: tvzona007

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

A Central FlipZona 2016 começa amanhã!

030_Encerramento FlipZona-6CineZona 2015, encerramento das atividades da FlipZona (foto de Iberê Pérrisé)

A Central FlipZona, redação jornalística formada pelos jovens de Paraty, começa amanhã, 28 de junho, no prédio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), na Praça da Matriz, das 10h às 17h.

Com foco na produção de conteúdo audiovisual, a Central conta com a coordenação de Pauline Batista e Matheus Costa. Oficinas, atividades práticas e uma exposição dos curtas produzidos, o CineZona, fazem parte da programação deste ano (conheça aqui o planejamento completo).

Em 2016, participam da Central FlipZona:

Alice C. Alcântara
Anne Caroline Nascimento
Carlos Eduardo Oliveira
Duara Alcântara de Oliveira
Emanuele B.M. Sioni
Franciele Rodrigues
Hudson Carvalho de Lima
Ingrid Barreto Germiniani
Isabella Valverde
Jessica Souza Maximiano
Jhene do Nascimento
Júlia Ratzke
Lara Neves da Gama
Leandro Brasil
Lucas Oliveira da Silva
Lunara Nascimento Rosa
Luy Firmino da Cruz
Maria Antônia Nascimento
Maria Eduarda Pádua
Marina De Valécio
Matheus de Miranda Durço
Mayara Vieira Corrêa
Morena Vieira
Natália Moreira do Nascimento
Neusa Santana de Oliveira
Pedro Alegria
Pedro Henrique Santos
Sofia Alvarenga
Thalía Oliveira
Vitória Veloso
Yanca Matos de Oliveira

Acompanhe a cobertura!

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário