Central FlipZona tem recorde de inscritos

A Central FlipZona bateu o recorde do número de participantes neste ano. Foram quase 70 jovens inscritos para participar da cobertura jornalística multimídia da Flip realizada pela central. As ações começaram com 60 estudantes, divididos nos turnos da manhã e tarde. Mas ao longo da semana outros garotos e garotas quiseram participar e a coordenação realizou as inscrições.

Quem esteve em Paraty deve ter visto nosso exército vermelho pelas ruas de Paraty, com o radar ligado para todos os detalhes da festa e da cidade. Na nossa redação, na Praça da Matriz, a equipe esteve a todo vapor durante todos os dias – mas sempre com um clima descontraído que já é típico dos flipzoneiros.

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A equipe produziu cerca de 60 posts, entre reportagens sobre a cidade e seus personagens, o movimento dos turistas, aspectos culturais de Paraty, entrevistas e a programação oficial da Flip. Não por acaso, o blog recebeu mais de 5 mil visualizações só nesta semana. Visitantes que prestigiaram o protagonismo dos jovens em toda a ação central.

Além disso, parte do grupo se dedicou à produção audiovisual e 13 vídeos inéditos e autorais saíram do forno da central Flipzona. Em breve eles estarão publicados aqui e no nosso canal no Youtube.

Pelo quarto ano seguido, a Central Flipzona teve a parceria do Estadão e o repórter Paulo Saldaña, do caderno Metrópole, participou de todo o trabalho, da pauta à publicação dos textos. A central ainda contou com a colaboração do escritor Leandro Leocádio e a equipe do Estúdio Tequila. A coordenação mais uma vez foi da Aline Resende.

As transmissões da Flip 2015 se encerram agora. Mas nosso trabalho por aqui continua!
Até breve :)

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O ator Wagner Moura veio conhecer nosso trabalho

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Os segredos da Rua do Fogo

Diversas árvores dão um charme especial a uma das ruas mais bonitas de Paraty, a Rua do Fogo. A antiga travessa ganhou esse nome por anteriormente ser um conhecido ponto de prostituição da cidade, contam na cidade.

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Com apenas um quarteirão, a via é daqueles cantinhos escondidos do centro que vale a pena a descoberta. “Muitas vezes, com a pressa, não percebemos o valor de uma rua, ou até de uma casa em nossa cidade. Mal sabemos que esses lugares carregam a história do Brasil e de Paraty”,  ressalta Mayara Vieira estudante de 15 anos.

A rua ainda preserva traços da arquitetura portuguesa e é um dos poucos locais que contam com residências no Centro Histórico. A antiga placa com o nome da rua está degradada por conta do tempo, mas a história do local permanece. A Rua do Fogo tem uma casa que nos chamou a atenção. Parece que a casa jamais foi reformada desde a época colonial, mas é simplesmente linda!  “É uma das ruas mais bonitas de Paraty”, afirma Victória, estudante de 15 Anos. Uma moradora conta que os antigos chamavam essa rua de Rua do Fogo por que as mulheres eram muito ‘foguetas’”, diz ela com um tom humorado.

Muitos turistas fazem questão de visitar a viela por causa dessa história. E também pela sua vista linda para a Igreja da Santa Rita. Não costuma ser fácil achar a travessa para iniciantes em Paraty. Mas basta perambular entre a Rua da Lapa e a igreja. Boa sorte.

Carlos Eduardo Oliveira, de 14 anos, Julia Ratzke, de 14

 

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Protagonismo juvenil em debate

A Casa da Cultura sediou ontem, dia 4, uma palestra com o escritor Binho Cultura, Adailton Medeiros , fundador da Casa de Artes de Anchieta, e o geógrafo e sociólogo Jailson Souza e Silva, sobre juventude, cultura e território. A mediação foi de Rafael Dragaud, escritor, roteirista e diretor artístico musical.

Jailson, Adailton e Binho Cultura trabalham como observadores de favela e realizam oficinas de formação de jovens pobres. Eles contaram suas experiências e conceitos.

O mediador faz uma provocação perguntando onde estão os maiores desafios na sociedade e qual ponto seria prioritário para que as coisas evoluam. Jailson disse que o desafio fundamental hoje é construir uma nova representação nas políticas públicas para os jovens, hoje são pensados apenas como objetos de projetos. “O certo seria pensar nos jovens como produtores”, diz ele.  Binho diz que o desafio fundamental para ele seria o problema de diálogo, os jovens, as crianças, são poucos escutados. “Em casa ou na escola quando existem eventos para a juventude eles não falam. Depois de produzir uma escuta qualitativa, nós vamos conseguir encontrar o caminho”, completou.

Jailson falou sobre o que ele entende como os três princípios fundamentais da convivência na cidade: os direitos (que envolve liberdade, direito ao corpo em relação ao aborto, direitos de viver como você quer); igualdade (que seria a disputa permanente de garantir a dignidade) e, por último, fraternidade. Segundo ele, esse é o princípio menos considerado e discutido, que é o sentimento de convivência na cidade. “Estamos começando a ter temor do outro”, disse Binho.

Ele ainda afirmou que os jovens precisam de referência, independente do território onde vivem. “Nós precisamos inspirar esses jovens e somente com o fazer é possível”, acrescenta. Adailton diz que não existe jovem carente, mas que existe jovem potente e que acredita nesse potencial.

Beatriz Oliveira, de 15, e Jadson Nilton, de 14

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Lendas de Paraty

Macunaíma, a principal obra do Mário de Andrade, autor homenageado da FLIP este ano, é baseada em diversas lendas. Assim como este romance, Paraty também possui suas próprias lendas, a maioria delas ligada à religião católica e seus santos, tesouros enterrados por causa de piratas, pessoas sepultadas vivas, entre outras.

Alguns acreditam que toda lenda surge de uma história real, e que foi contatada e recontada fantasiosamente. Eis algumas das lendas locais.

Serpente da Matriz

A lenda mais famosa e religiosa de Paraty é a lenda da Serpente da Matriz, cuja história diz que uma criança, filha de uma relação extraconjugal, foi deixada viva sob os pés da imagem de Nossa Senhora dos Remédios, padroeira da cidade. Por encantamento, esta criança transformou-se em uma grande serpente, cujo corpo estaria no rio Perequê-Açu. Dizem que se tirarem a imagem do lugar, a serpente se libertará e destruirá a cidade ao se movimentar. Há também uma versão da lenda que diz que se a cobra for libertada, ela mamará nos seios da santa e de todas as mulheres em fase amamentação. E uma terceira versão ainda conta que o encantamento só se quebrará se a criança-serpente for amamentada por uma virgem.

 

Noiva da Santa Rita

Outra lenda bem famosa da cidade é a lenda da Noiva da Igreja de Santa Rita que conta a história de uma moça da cidade, que às vésperas de seu casamento, amanheceu morta sem explicações. A moça foi enterrada vestida de noiva na Igreja de Santa Rita, onde se casaria. O fato chocou a cidade e deixou o noivo tão desolado, que não quis sair do jardim da igreja. À noite, o rapaz estava chorando quando viu sair um vulto vestido de noiva da Igreja para beber água no chafariz da praça. Aproximando-se e percebendo que era sua noiva, ele lhe perguntou o que fazia ali àquela hora. A noiva respondeu-lhe que foi beber água, pois havia morrido com sede, e sumiu no ar. Desesperado o noivo procurou os pais da moça e as autoridades para lhes contar o ocorrido e suas suspeitas de que ela havia sido enterrada viva. Pela manhã, todos resolveram verificar o fato e abriram o caixão da falecida. Encontraram o corpo de bruços, comprovando a suspeita do noivo.

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A Praga do Irmão Joaquim

Essa lenda conta a história de leigo, de ordem religiosa, que vivia em Paraty. Ele se envolveu com a política local e desagradou a todos ao reclamar dos costumes e hábitos da população paratiense. Tanto ele fez, que foi expulso da cidade. Ao atravessar o rio Perequê-Açu, retirou as sandálias dizendo que daqui não levaria a poeira dos sapatos. Amaldiçoou a cidade dizendo que ela cairia em desgraça e não progrediria por séculos. Atribui-se ao mesmo Irmão Joaquim a praga rogada a uma família que rira de sua perna inchada e doente. Profetizara que os filhos dessa família nasceriam e sofreriam da mesma doença que ele, até a quinta geração. Depois de séculos, finalmente, a nova geração da família livrou-se da praga.

 

Tesouro da Trindade

Conta a lenda que, na região da Trindade, foi enterrado por piratas ingleses um fabuloso tesouro e que sua localização estaria indicada em estranhas inscrições nas pedras junto a praia do Caixadaço. No século passado, muitas pessoas munidas de mapas e informações orais, vasculharam a região à procura do Tesouro, não conseguindo encontrá-lo.

 

por Branca Otero

 

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Paraty multifacetada

Com a cidade lotada, pessoas de diferentes idades e estilos são atraídas por um interesse: os livros. Mas atrações diversas estão espalhadas em vários pontos de Paraty durante a Flip.

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Além de artistas locais, escritores vindos de diversas partes do país e do mundo aproveitam a festa para divulgar seu trabalho. A Praça da Matriz é um exemplo claro da movimentação da Flip neste ano. Nela se encontram obras criativas e divertidas de animais baseados nas tribos do Rio Negro e presentes na obra de Mário de Andrade, autor homenageado.

Também para quem está interessado em ouvir palestras e conhecer um pouco mais sobre a festa, a Tenda dos Autores é o ponto principal, localizada no estacionamento do Itae, no Areal do Pontal. O local recebe diversas mesas com escritores, filósofos e jornalistas e acontecem dentro do auditório contando com projeção externa gratuita.

Em meio a trabalhos e passeios, turistas se dizem encantados com a grandiosidade do evento e da cultura nativa. Porém, entre poesias e comemorações, pessoas aproveitam a movimentação para realizar protestos sobre a segurança na cidade. Um movimento liderado por Marcos Paulo, de 43, tem o objetivo de alertar o governo de Paraty quanto à violência.

Entretanto, o objetivo principal do evento segue firme e forte, proporcionando cada vez mais conhecimento a todos que passam pela Flip e usufruem o melhor que a literatura e a cultura pode oferecer.

Victoria Manso, 15 anos

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Capoeira ocupa Tenda da Flipinha: axé!

Neste domingo, dia 5, a Tenda da Flipinha recebeu uma palestra sobre a capoeira com mestre Camisa. Ele falou sobre detalhes da história da capoeira e depois comandou uma roda com vários capoeiristas.

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Na palestra, ele lembrou que a capoeira é brasileira e não africana, como muitos pensam. A luta foi criada pelos africanos trazidos ao Brasil dentro dos navios negreiros. “Só o que é africano é o berimbau. O resto é brasileiro, a ginga o molejo e as músicas”, explicou o mestre.

A capoeira esteve presente em várias revoltas do Brasil. Chegou inclusive a ser proibida no Brasil. “Foi o mestre Bimba quem começou a dar aula em recito fechado, porque o código não previne em recinto fechado”, explicou. “Então ele abriu uma escola e colocou o nome de centro de cultura física regional. E com essa atitude, deu uma rasteira no código penal. A partir disso abriram várias academias em todo Brasil e hoje a capoeira está presente em mais de 150 países”, disse. O mestre ainda se queixou que, no Brasil, não há um museu sequer sobre a capoeira. “Até em Paris tem!”

Também não existem faculdades que tratam de capoeira, ressaltou Camisa. “Existe uma só em Tel Aviv, em Israel. No Brasil, só os Estados do Rio, Bahia e Pernambuco têm a capoeira como um ensino”.

Texto: Jadson Nilton, de 14 anos, Beatriz Oliveira, de 15

Foto: Braz Mendes, de 15

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É difícil encontrar livros de dança (mesmo na Flip)

Muitos dos jovens e adolescentes adoram dançar ou fazer alguma coisa relacionada à arte, como trabalhar com figurino, música, entre outras coisas. Porém, quando se trata de livros sobre dança, as coisas ficam complicadas – mesmo em uma festa literária como a Flip. Faltam livros que tratam de dança, assim como recursos financeiros para consegui-los.

A professora e proprietária do Studio “Puchalski Dance”, Yasmin Puchalski, realiza apresentações e coreografias com jovens e crianças de Paraty para mostrar que a dança é forte na cidade. Aos 23 anos, a professora incentiva seus alunos na leitura em geral e nos estudos. Para Yasmin, deveriam existir mais livros sobre a arte com a qual ela trabalha. “Quando se procura por um livro que tenha haver com a arte da dança, não se acha. E, quando encontrado, não se tem tanto acesso. São poucas as literaturas sobre dança”, desabafa.

Algumas pessoas acreditam que a dança é somente uma arte ou somente um esporte. Entretanto, a dança pode, sim, ser um incentivador de leitura. E também é importante melhorar os estudos sobre o assunto. A aluna de jazz e balé Vannice Lopes, de 14, antes de começar a dançar só lia os livros escolares. Mas depois das aulas no Studio “Puchalski Dance” passou a se interessar mais por livros que falam sobre dança.

Como os livros desta arte são bem difíceis de conseguir, a bailarina Karen Corrêa, de 15, conta que muitas das vezes lê roteiros de programas sobre dança. “São muito legais e tiram minhas dúvidas, do mesmo jeito que um livro tiraria”.

Nathália Nascimento, de 14 anos, e Karen Lopes, de 15 anos

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Desenho no corpo

A equipe da Central FlipZona saiu em busca de descobertas. Como tem ficado cada vez mais comum o ato de tatuar-se, procurou diferentes desenhos e significados nas pessoas que curtiam a Flip no sábado, dia 4.

Ivan, 34 anos – 4 tatuagens. Na foto, a imagem de Monica Belucci, atriz e modelo internacional italiana. Ivan contou que decidiu tatuá-lo em seu braço para lembrar-se de sua descendência e também por considerar um belo retrato.

Elison Fernandes, 24 anos – 1 tatuagem. Elison contou que o desenho simboliza a miscigenação do povo brasileiro, tendo traços das 3 principais culturas influentes no Brasil: africana, indígena e européia.

Marcelo Araújo,39 anos – 7 tatuagens. Tatuou Netuno, deus romano do mar, para representar sua paixão pelo oceano e lembrar-se de suas origens, já que nasceu e cresceu em Angra dos Reis – RJ.


Brisa de Souza, 22 anos – 16 tatuagens. Na foto, ela mostra “Made in wonderland, since 1993”, que representa sua história preferida (Alice no país das maravilhas) e o ano em que nasceu.
Fernando Moas, 29 anos – 2 tatuagens. Sua preferida é uma réplica do desenho de Joaquim Torres García, a explicação dada pelo artista é que “Não deve haver norte, para nós, senão por oposição ao nosso sul”.


Elisabete, 29 anos – 3 tatuagens. Na foto, ela mostra o nome da música dos Beatles, “Let it be”.


Thiago Domingues, 28 anos – 3 tatuagens. Ele mostra o vaso de flores feito em estilo neotradicional.

Marina Luiza De Valécio, 19 anos – 2 tatuagens. Ela mostra a clave de sol, que fez em homenagem à mãe musicista e pelo seu próprio amor à música, e a flor de lis, que tem como significados honra, lealdade, pureza de corpo e alma e simboliza também a coroa francesa.


Leandro Leocádio, 100 anos – A primeira imagem mostra parte da sua tatuagem que ao todo é uma frase da escritora Clarice Lispector: “porque a liberdade ofende…”. Já a segunda imagem mostra um desenho baseado em ilusão de ótica: depende do olhar de quem vê, para enxergar ou não o desenho real.


Gabriela Marsico, 19 anos – 7 tatuagens. Na foto, vemos todas as suas – muitas – tatuagens, em estilo old school.


Bárbara Brandini, 22 anos – Tatuou o ciclo da lua como representação da vida, que é feita de fases, às vezes boas e às vezes ruins.

Aghata Saez, 16 anos, Isadora Rosa, 17 anos e Jéssica Maximiano, 15 anos

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Flashmob-Sarau da Editora Nova fronteira na FLIPZONA

Nesse final de tarde chuvosa, houve uma ação da Editora Nova Fronteira na Central Flipzona! Aconteceu uma espécie de flashmob misturado com sarau envolvendo os jovens Flipzoneiros.

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Em um momento em que ninguém esperava, alguns se levantaram e fizeram declamações de trechos dos livros de Mário de Andrade, o homenageado da FLIP. Quem leu ganhou um exemplar. Alguns sortudos da plateia também foram presenteados com uma super edição do livro “Eu sou trezentos, eu sou trezentos e cinquenta”, publicado pela Nova Fronteira.

Thales Matheus, 17, foi um dos que leram um fragmento e ganhou o livro “O melhor de Mário de Andrade: Contos e Crônicas”.

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Pedro Alegria, 17, leu um trecho de “Café” e ganhou o livro.

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Também fez parte do flashmob Marina Valécio, 19, com a leitura de “Eu sou trezentos, eu sou trezentos e cinqüenta”, e ganhou o volume.

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Nathália Nascimento, 14, também participou e levou “Macunaíma” para casa.

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por Juan Pablo, 17 anos.

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Wagner Moura conhece Central FlipZona

A Central FlipZona recebeu agora à tarde a visita ilustre de Wagner Moura. O ator conheceu um pouco da nossa produção e os flipzoneiros aproveitaram para algumas fotos!

Ao assistir alguns vídeos da FlipZona, elogiou detalhes técnicos dos trabalhos, como enquadramento, roteiro e efeitos. “Vocês têm de ficar muito orgulhosos”, disse ele.

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A foto abaixo é um clique do fotógrafo Iberê Perissé. Valeu pela presença, Wagner!

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Comerciantes e Artistas de rua

A Flip, além de trazer turistas de todos os cantos, tem o prazer de receber artistas, autores e comerciantes de todo o Brasil. E que, com o movimento na cidade, acabam tendo reconhecimento.

Entre os artistas que vem de outros lugares do Brasil, o casal de autores de literatura de cordel Fernando Rocha (Macambira), 52, que também é representante comercial, e Marinalva Bezerra (Querindina), 47, professora e socióloga, vem de Esperança (PB). É a oitava edição que trabalham durante o evento. “Lá, nós trabalhamos com isso também, mas aqui nós somos mais reconhecidos, pois esse evento trás pessoas interessadas na literatura”, desabafa Marinalva.

Outro autor que vem de longe é o Alecsander Mattos, 40, que vende livros reunindo diferentes poetas de Curitiba (PR). É a quinta vez que vem expor sua arte no evento. “A Flip é interessante financeiramente, além de ser também uma oportunidade de encontrar outros autores”, explica.

Além dos visitantes, vemos nas ruas também artistas paratienses. Este é o caso de Lilian, 51, ceramista. Este é seu primeiro ano trabalhando na rua. Vende colares de cerâmica feitos por ela mesma. Comenta: “é um evento maravilhoso, eu adoro!”.

Assim como Lilian, Maria Christos, 43, também é moradora de Paraty. Ela é artista plástica e faz arte e pintura em cerâmica. “Muito bom, fortalece o comércio, traz mais cultura para a cidade e divulga ao mundo a cidade de Paraty”, elogia.

A artesã Renata Daniel, 32, é também paratiense e vende na rua artigos como canecas e camisetas. “O maior e melhor evento que tem em Paraty, eu adoro a Flip; e agora trabalhando com vendas gosto mais ainda”, festejou.

por Marina Santander, 12 anos

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Paraty ganha aplicativo sobre cultura, natureza e história

A cidade de Paraty tem um aplicativo para facilitar a vida de moradores e turistas. O aplicativo tem como função concentrar e facilitar em um ponto cultura, natureza e história. Conta com o apoio da Secretaria de Cultura de Paraty e Fundação Roberto Marinho.

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No tópico “História”, aparecem os principais patrimônios do Centro Histórico – casas igrejas-, e os sítios arqueológicos. Em “Natureza”, o aplicativo faz um convite aos passeios ecológicos, traz dados e localizações desses locais.

De acordo com a secretária de Cultura, Cristina Maseda, o aplicativo foi desenvolvido a partir de um estudo da cidade. “Paraty se destaca, principalmente, pela cultura e natureza, que fazem da cidade um local único”, diz ela. Ainda conta que fizeram um estudo aprofundado da cidade e elaboraram o programa que entrega um perfil completo da cidade.

A Secretaria de Cultura aproveitou esta semana da Flip para divulgar o seu aplicativo. Durante esses cinco dias, estarão sendo distribuídos balões que contém o nome do aplicativo.

Há diversos totens espalhados em pontos turísticos da cidade sobre um pouco da história da cidade. Através de um QRCode nesses totens é possível fazer download do aplicativo, disponível para os sistemas operacionais IOS e Android. O aplicativo também conta com um sistema de feedback, para saber as diversas opiniões.

Thales Matheus, de 17 anos, e Matheus Cabral, de 18

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‘Quando se escreve para TV e cinema, aquilo não lhe pertence’, diz David Hare

Sábado, ápice da Flip, e o dramaturgo e roteirista David Hare faz o público rir com o típico humor inglês na Tenda dos Autores. Hare foi indicado ao Oscar pelos filmes As Horas (de 2002 e 2008). No início, narrou como é a vida de um dramaturgo e roteirista, pontuando as diferenças entre trabalhar com teatro e cinema.

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“Quando se escreve, tanto para televisão como para cinema, depois de entregar sua história, ela não lhe pertence mais. Tanto psicologicamente como legalmente, os direitos passam a ser de quem a compra. O diretor e os outros roteiristas irão mexer nela, e você é obrigado a acatar ideias que às vezes você não vê no contexto”, disse ele.

Hare comentou sua estratégia para manter o controle sobre sua produção e “defender” seu trabalho. “Acredito que a principal atividade em escrever uma obra às vezes nem é escrevê-la, mas defende-la na primeira reunião de equipe antes das filmagens. Muitas vezes me sinto mais advogado, defendendo meu roteiro que um escritor. E um conselho: nunca falem primeiro, só os idiotas falam primeiro em uma reunião”.  Quanto a escrever para teatro, afirmou ter mais liberdade. “Mas, liberdade mesmo, só têm os escritores, já que os atores são obrigados a seguir à risca os mínimos detalhes da história.”

Tornou-se dramaturgo de teatro em 1980, quando os filmes que fazia em Hollywood não o agradavam mais. Até que resolveu se aventurar em uma viagem a Israel e Palestina, acumulando bagagem para realizar um novo desafio e sair de “sua zona de conforto”.

Após essa condensação de experiências, voltou à Inglaterra para atuar em uma peça que não ficou apenas dentro das fronteiras do país, mas que atravessou o Oceano Atlântico e chegou a Nova York, onde recebeu elogios da crítica por seu novo rumo. Rumo este que, segundo ele, talvez tenha acabado junto com o término da peça. Quando indagado pelo mediador da mesa, Ángel Gurría-Quintana, o que tinha aprendido com a experiência de atuar, Hare respondeu que aprendeu a fingir o que não sentia e a respeitar as “frescuras” dos atores – coisa que não conseguia quando estava do outro lado da produção. “Nunca entendia como uma cadeira alguns centímetros mais distante podia incomodar tanto alguém”.

Um teor característico das peças escritas por Hare é a presença política nas tramas. Contou o episódio em que se recusou a escrever o roteiro para A dama de ferro, filme que retrata a vida de Margareth Tatcher ao se tornar a primeira ministra da Inglaterra no período pós-Segunda Guerra Mundial. “A Filosofia de Tatcher inda reina na Inglaterra. Eu não queria contribuir com mais uma obra que homenageasse alguém que fez com que a desigualdade social permanecesse tão forte e incentivou a prática mundial do neoliberalismo. O mercado é impessoal, garantir bem-estar em uma sociedade quando só se investe nessa política não dá certo”.

Hare também fez piada ao compartilhar com a plateia sobre o convite feito por George Lucas para dirigir em parceria o filme Star Wars 4 e 5. “Eu recusei, não me imaginava fazendo parte dessa linhagem de filmes. Ainda fiz uma piada, mas que acredito que George não tenha gostado muito. ‘George, se eu for fazer isso, será que vou ter que assistir ao 1, 2 e 3?’”

Por fim, dialogou com a plateia sobre a evolução da qualidade nas produções para a televisão. “Hoje temos Mad Man, Breaking Bad, Downtown Abbey, que revolucionam o modo de fazer drama na televisão. Sem contar o fato de que agora vemos claramente uma presença maior dos roteiristas na história. É um renascimento dos roteiristas. Começamos a identificar estilos de produção característicos, e isso é bom.” David Hare encerrou a mesa quase envergonhado com a salva de palmas, saindo de fininho pela esquerda do palco.

Marina Luiza de Valécio, de 19 anos

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‘Tentamos incorporar a narrativa para trazer um olhar diferente’, diz repórter da Globo News

No dia 2 de julho, quinta feira, aconteceu na Central FlipZona um workshop com a equipe do  núcleo de reportagens especiais da Globo News. Convidamos uma das jornalistas, Antônia Martinho, para um bate-papo sobre prática do jornalismo em TV. Um dos pontos ressaltados por ela durante a conversa foi a importância de o jornalista conhecer realidades diferentes e, com isso, mudar sua perspectiva de vida e pensamento. Leia abaixo como foi a entrevista:

Há algum embate entre o modo convencional e o modo informal de fazer jornalismo?

As coisas se entremeiam. Não há um modo mais certo de fazer jornalismo. A maneira tradicional já é vencedora e dá certo. O que nós tentamos fazer é incorporar a narrativa para trazer um olhar diferente da notícia e estamos num lugar que nos propicia isto.

Qual a sua perspectiva para o telejornalismo? Você acredita que esta tendência de informalidade tende a dominar? 

Claro. Isso está acontecendo no mundo todo. Nós estamos aqui fazendo esta entrevista pelo gravador de um celular! Isso mostra que, cada vez mais, as pessoas que não são jornalistas vão contribuir para o jornalismo. Hoje, se uma pessoa flagra uma cena, ela também pode ajudar. O que importa é passar a informação. Esta democratização dos meios aproxima as notícias do público.

Ao editarem uma matéria, vocês utilizam algum critério de censura?

Não há critério de censura. Nós tentamos passar a informação que temos. Se ela for verdadeira, nós iremos passá-la.

Como fazer render uma pauta desinteressante?

Às vezes a pauta é sem graça e, por sabermos que ela não vai dar em nada, nós a descartamos. Pautas caem nos jornais porque não rendem, seja por uma apuração ruim ou por um roteiro mal produzido.

Qual foi a matéria mais surpreendente que você já fez?

Uma matéria que me tocou muito foi a que eu fiz para o “Globo News Especial”, cuja pauta era sobre a situação dos presídios no Brasil, em especial os do Sudeste. Foi muito triste e chocante perceber a maneira como a sociedade encara este problema. As pessoas estão presas em situações inconstitucionais e de abandono. A lei não é vingança!
Uma conseqüência desta nossa matéria foi o afastamento de dois carcereiros que torturavam os detentos. Em contrapartida, visitamos um presídio em Minas Gerais onde os próprios presos cuidam das chaves da cadeia e, surpreendentemente, constatamos que lá o índice de fugas é o inverso do habitual, pois os presidiários são tratados com humanidade. Isso me marcou muito. As pessoas deveriam tratar deste tema com mais atenção.

Roberta Oliveira, de 17 anos, Marina Valécio, 19 anos

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Paraty está bombando

Todos os anos, no sábado da Flip, Paraty fica bombando. Muita gente na rua, conhecendo a cidade, tropeçando nas pedras, comendo bem, comprando livros e vivendo a festa literária.

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Fomos às ruas conversar com alguns turistas e saber o que estão achando da experiência:

A turista Marilene Borges, de 50 anos, moradora de São Paulo, está na Flip pela segunda vez consecutiva. “Já comprei quatro livros, um de autoria de Umberto Eco. Soube da Flip pelo facebook”, contou. “Adorei que escolheram o Mário de Andrade como homenageado, é um autor pouco divulgado.”, completou.

Encontramos a família do escritor e navegador Amyr Klink, que participou da fundação da Flip e que já lançou um livro aqui mesmo, na FlipZona, chamado “Férias na Antártica”. As irmãs Marina Klink, de 15 anos, e Laura, de 18, estavam com a mãe Marina, de 45. Elas moram em São Paulo e frequentam a Flip desde a edição de 2010. “A cada ano o turismo de Paraty cresce e o público estrangeiro também. A cidade fica cada vez mais organizada e cheia de eventos.”, disse a mãe.

Bruna Santos, de 17 anos, e Leandro Henrique, de 13.

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Cobrimos “A história da maconha no Brasil”

Aconteceu nesta sexta-feira, dia 3, na Casa Folha, uma mesa sobre “A história da maconha no Brasil”, com Ilona Szabó, coordenadora da Comissão Global de Política sobre Drogas, e Jean Marcel França, escritor e pesquisador. A mediação foi feita por André Barcinski.

Para explicar como a Cannabis se espalhou pelo país, a dupla fez uma retrospectiva, desde o tempo em que a maconha era vendida em barracas de rua, no Rio de Janeiro da época da escravatura, até a atualidade, quando a maconha é importada ilegalmente e em grandes quantidades, sem nenhum controle de qualidade.

Como em qualquer outro debate polêmico, foram expostas opiniões divergentes sobre o assunto. Dentre os argumentos opositores à legalização, destacou-se o manifesto da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) que apresentou 10 motivos contra a regularização da droga.

Em contrapartida, foi citada a importância medicinal dessa erva para a recuperação ou amenização dos efeitos colaterais de algumas doenças, como o câncer, o HIV e as crises epiléticas. Inclusive, foi destacado o uso do óleo de CBD (canabidiol), que contém o princípio ativo da maconha, porém não causa nenhum efeito psicotrópico. Esse foi um dos principais motivos, aliás, para que ANVISA liberasse a importação do produto para uso medicinal.

Foi abordado também uma das maiores polêmicas que envolvem o tema: será que a maconha é realmente a porta de entrada para outras drogas? Segundo eles, o contato com os traficantes é a verdadeira ponte para o uso de outras drogas.

Falando sobre o combate ao preconceito, foi mencionada uma propaganda uruguaia que apresentava diversas personalidades influentes, afirmando que faziam uso da erva. O resultado foi uma maior aceitação dos usuários na sociedade, que aos poucos foram quebrando o tabu de “maconheiro desocupado”.

Jean Marcel concluiu o debate afirmando que a descriminalização da droga ainda é uma tarefa árdua, já que “a tradição brasileira é anti-liberal, por isso é difícil pensar em liberdades individuais”.

*A equipe da Central FlipZona não tem posicionamento e compreende que o debate é necessário, complexo e amplo.

Aghata Saez, 16 anos, Jéssica Maximiano, 15 anos e Luy Firmino, 17 anos.

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A SP de Mário de Andrade (e as fofocas do modernismo)

Intitulada São Paulo: comoção de minha vida!, a sétima mesa da Flip 2015 relembrou a São Paulo dos anos 20, quando ainda era terra da garoa, dos chapéus, dos casamentos elitistas e das reuniões boêmias dos intelectuais. A cidade que Mário de Andrade, autor homenageado, viveu.

Conduzida por Carlos Augusto Calil, cineasta e secretário estadual de Cultura de São Paulo, e Roberto Pompeu de Toledo, jornalista e escritor de obras sobre a capital paulista, a mesa, na tarde de sexta, 3, transcorreu como uma aula de história e literatura. Tendo como protagonistas São Paulo e Mário de Andrade, contaram histórias que compuseram um dos movimentos culturais mais marcantes do Brasil: era 1922 e o Modernismo explodia pelas ruas da incipiente capital econômica do país.

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Toledo (no centro) e Calil (à esq.) participam de mesa na Tenda dos Autores

Sem recursos e apoio, artistas e intelectuais não tinham como bancar um evento para divulgar o novo estilo que havia se instaurado. Eis que surge Paulo Prado, integrante de uma das famílias tradicionais paulistanas e amantes das artes. Foi ele quem bancou a Semana de Arte moderna.

Após esse acontecimento, forma-se na terra dos bondes uma comunidade artística intensa. Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Manuel Bandeira, Villa Lobos faziam reuniões, muitas vezes na casa do próprio Paulo Prado para discutir, festejar e beber a vida. O próprio Mário às vezes não comparecia, pois tinha que dar aulas para ganhar a vida, já que os demais artistas também faziam parte da elite e já tinham a vida ganha.

Isso tudo durou até 1929, um período extenso e cheio de episódios interessantes. Nesse intervalo, Mário de Andrade torna-se o primeiro secretário de Cultura do estado e inicia um projeto de inclusão social por meio do incentivo à cultura. Já a elite, que considerava o Brasil um País atrasado intelectualmente, começa a investir em produções artísticas e até idealiza, dentro da redação do jornal O Estado de S. Paulo, o projeto para a Universidade de São Paulo (USP), que depois é apresentado para o governo do Estado.

Indispensável também deixar de mencionar a rixa entre Mario e Oswald, que viviam trocando ofensas por cartas e pessoalmente, disputando interminavelmente atenção. Até, que por fim, Mario escreveu Macunaíma, obra literária mais importante do Modernismo e cortou totalmente relações com Oswald – que inúmeras vezes tentou reconciliação mas acabou por criticar publicamente Mario, chegando a chamá-lo de “Miss Macunaíma”.

A mesa foi finalizada com a passagem em que Oswald, entediado em uma das reuniões boêmias na casa de algum abastado da época, resolve dizer que Mário de Andrade andava falando mal de Villa Lobos, como lembra Calil. “Passado um tempo, Mário acaba sabendo da calúnia e resolve questionar Oswald do porquê ele havia feito aquilo. Oswald responde simplesmente: ‘eu menti'”, contou Calil, arrancando risos da plateia.

Marina Luiza De Valécio, de 19 anos

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Sobre crianças e livros

Saímos às ruas para perguntar para as mães sobre os hábitos de leitura das crianças de hoje em dia.

De acordo com as mulheres que entrevistamos, a maioria das crianças lê sim, mas preferem a versão digital dos livros.

A mãe de Theo Alhanti, de 4 anos, contou que mesmo sem saber ler, já gosta muito de livros de dinossauros.

Clarisse Simões, de 6 anos, começou a ler no ano passado e já se encantou com a prática. Ela disse que ama a Flip e esse ano trouxe sua prima para conhecer a festa também.

Clarice, de 6 anos, com a prima.

Yasmin, de 11 anos.

Ana Lara, de 11 anos.

Já as crianças mais velhas tendem a não ler muito, por causa da distração dos avanços tecnológicos, entre outras coisas. Yasmin Moreira, de 11 anos, conheceu seu primeiro livro aos quatro anos, mas não gosta de ler “porque é muito chato”, segundo ela. E acrescentou que só veio à Flip porque achou que seria legal – há esperança! Sua prima, Ana Lara Melo, é seu oposto total: também com 11 anos de idade, disse que gosta muito de ler e ainda é apaixonada pelo primeiro livro que leu, aos 6 – “A turma da Mônica”.

Mesmo com todos os avanços tecnológicos atuais, a Flip ainda se mostra um grande atrativo para as crianças.

Nathalia nascimento, 14

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Mário de Andrade e suas multiplicações

“Eu sou trezentos, sou trezentos e cinquenta”. Uma pequena frase de um poema, muito marcante do escritor Mário de Andrade, autor homenageado da Flip de 2015. Para reproduzir (e expandir) esse poema, focamos na cultura de Paraty, uma cidade bela e com uma cultura farta.

marioIMG

No documentário buscamos focar bastante nessa cultura, então trabalhamos com os moradores de Paraty. E conseguimos! O vídeo passa as informações de um jeito bem paratiense, cada pessoa do seu jeitinho. Pegamos figuras importantíssimas nessa cultura, desde a culinária até os pescadores …

Todos com uma simplicidade enorme!

Pessoas como homem borboleta, o pintor Aecio, entre outros, participam da produção… Foi muito divertido e legal, pois desta pequena forma podemos transmitir cada vez mais a cultura de Paraty.

Todos nós “somos trezentos , somos trezentos e cinqüenta”. Somos múltiplos no nosso dia a dia… (Mário de Andrade e a sua multiplicação)

Espero que a estrela de Mário de Andrade goste.

Espero que vocês também gostem do documentário.

Ficou curioso? Quer assistir?

Apareça amanhã, domingo dia 5, na Casa da cultura no CineZona, às 18h. E veja essa e outras produções da FlipZona ;)

Taynara Borges, de 16 anos

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Espetáculo Felinda, da Carroça de Mamulengos

O grupo A Carroça de Mamulengos – do Instituto Gandarela e patrocínio da Petrobrás, apresentou o espetáculo “Felinda”, neste sábado, 4, na Tenda da Flipinha.

Composto por uma família de Brasília que hoje vive em Minas Gerais, o grupo atua desde 1977, levando seus espetáculos e oficinas para todo o Brasil.

Em Felinda, eles mostram a história de uma moça que decide fugir com o circo que se apresenta em sua cidade, mas que, quando termina de fazer suas malas, descobre que o circo já havia partido. A moça então se viu sozinha, sem saber seu próprio nome ou de onde vinha – mas o circo continuou em sua memória.

No desenrolar da história, alguns personagens do folclore brasileiro aparecem, como a Mula sem Cabeça.

“Essa montagem é um reflexo lúdico da nossa trajetória que, em 2015, completa 39 anos. Em cena estamos todos juntos, três gerações da nossa família, que se esforça em colorir corações não somente nos teatros, mas nas ruas e praças de diversas cidades do Brasil.”, disse Maria Gomide, uma das filhas do senhor Gomide e representante da Companhia Carroça de Mamulengos.

André Pádua, 18 anos. 

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